sexta-feira, 22 de maio de 2009

aquarela perdida...

1.O termo no limite define bem a exaustão após um dia de trabalho e canseiras em São Paulo. É trânsito de final de tarde, parece que todos vão para o mesmo lugar. Problemas e mais problemas, dificuldades financeiras e outras situações corriqueiras. Já se sentiu assim?

2. No limite! Há tempo que venho pensando a respeito dele, e queria entender um pouco seu lado escondido. Já cheguei próximo dele, e pude sentir o calafrio que provoca na espinha dorsal e o estado de espírito animoso que atinge o emocional. O melhor é ter paciência, parar, pensar, analisar o inconsciente vizinho causador de encrencas.

3. O corpo quando atinge seu clímax não suporta a adrenalina, tudo fica confuso, o raciocínio não flui, a organização mental se embaralha e pode provocar sérias consequências à saúde de quem não se agasalha adequadamente.

4. No limite não define somente o estreasse da vida moderna, ele aponta para outras áreas da atividade. Tem seu lado bom ao que parece, nem apetece de estender-me por demais, traz correlações diversificadas, pontos de vistas variados.

5. No futebol, paixão nacional, o craque dribla na grande área, dá uma paradinha, mais uma driblada sensacional, avança encontra-se frente à frente com o goleiro, e consegue fazer um belo gol no canto esquerdo e arrancar da arquibancada ovações, atingiu o limite desenhado.

6. O aspirante a universitário, traça sua trajetória, empenha-se no estudo durante meses, retarda os passeios, a visita aos amigos, fecha-se no seu quarto e finalmente alcança aquela vaga disputada, ultrapassou o limite...

7. Vejo nele uma espécie de baliza sensata para a coisa não ficar mal arrumada. E temos limite da honra, sem limite, limite ultrapassado, municípios limítrofes e não sei lá quantas variações mais. Limite prá lá, limite prá cá; convivemos com ele, dormimos, acordamos e sem ele não nos movemos neste oceano imenso do viver.

8. Seu mundo é extenso, proveitoso, perigoso. Talvez não exista outro vocábulo tão surrado pelo uso quanto ele, tão observado, tão desconhecido ao mesmo tempo tão presente nos meios e adjacências da competência.

9. Bem, cheguei ao fim destas linhas e Ele me acompanha, espera do mundo coisa séria, que os mísseis mortais não prosperem,que a economia se recupere,que o colapso do planeta terra não se concretize,que a imagem da matança cruel dos golfinhos em Dantesque não se repita, que a política ambiental se estabeleça e favoreça nossa geração,mais ação, menos discursos, mais ar puro,e que o mundo globalizado saia do apuro sem limites que se encontra na atual conjuntura.


10. Para além de todos os limites encontra-se um Ser Omnisciente, que estabeleceu primazias no firmamento,aparelhou o universo de fomentos admiráveis e espera que o homem consciente, sábio e temente se posicione à altura tenha compostura e não estrague, nem tão pouco deturpe a pintura original.

11. O mais são detalhes, ações que passam, vaidades cabais, poderes ilimitados, conflitos mundiais, reações descontroladas, diplomacias servis, devastações deliberadas, que reduzirão a frangalhos o belo quadro da criação divina.

12. Assim termina esta rima, ela pretende contribuir no limite do permitido, com o módico alcance de sua tinta insignificante para que os contornos do bem se reavivam e que os pincéis condutores dos destinos da nações reavaliem suas posições, analisem os esboços traçados, elaborem sólidos tratados, e que a aquarela perdida ao ser devolvida ao planeta venha autenticada com a assinatura da Paz ilimitada.

13. Se isto não vier a acontecer, não sei não! Quem irá pagar para ver? Será o apocalipse sem limites...Mas, vamos esperar, crer na ciência divina, na benevolência humana, na tecnologia precisa,nos avanços das pesquizas quânticas, pesos somados que serão decisivos na balança que se afiança imprevisível.

Helder Chaia Alvim

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Era Nanotecnológica

1.Hoje acreditamos, espiamos o firmamento, a genética, a evolução tecnológica,temos averiguado o quanto a humanidade avançou nas altas esferas do pensamento, distrinchou com perfeição as moléculas, decifrou os segredos do cérebro, aperfeiçou conceitos filosóficos, buscou novos remédios e tem tratamento de ponta para variadas moléstias, manipulou os átomos, desenvolveu a nanotecnologia, que aplaudidas ousadias.

2. De tudo isto auferimos uma certeza, se houve um tempo que nada disso existia, mais longe ainda nem a terra se movia, o espaço sideral jazia no imenso caos. Então nos remontamos ao Criador e deparamo-nos quão perfeita é a simetria de sua mente propulsora. O universo, suas belezas e potências renovadoras, o cérebro humano com seus estudos, descobertas de arrepiar o cabelo sem nos franzir a testa.

3. O mundo, obra de suas mãos, traz em seu bojo soluções, soluções e ao mesmo tempo que me contenta, desvia atenções, estrinca em periclitantes devastações. Será que no conta-gôtas das invenções e descobertas não está vindo o vírus maléfico do mal aproveitamento, que sem dirEção vai estragar o fermento? Espero que não, que prevaleça a consciência maior, que prevaleça a direçaõ do bem, a concretização da paz.

4. Que sejam bem vindos os avanços nanotecnológicos, aguardamos os benefícios, exorcisamos os malefícios e que ao escrever mais adiante, quando chegar a Era Quântica dos Nióbios, possa dizer sem vexame aos cientistas: Meritória busca, grandiosa conquista, belo achado, e nos quatro cantos do mundo, um grande e uníssono aplauso se fará ouvir, externando aos nobéis máximos do conhecimento, o reconhecimento...

5. Mesmo que estas palavras se façam esquecidas, não tem o menor problema,pois a meta primordial foi alcançada, o perigo nuclear afastado,as energias positivas geraram cargas de otimismos, a paz, o equilíbrio de mãos dadas festejaram o grande encontro da Humanidade, seu Criador e das Ciências avançadas.

Helder Chaia Alvim

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O Peixe Kinguio

Solidariedade é isso, declarou-me Nishimura, entre uma conversa e outra, conta que viu um peixe da raça kinguio ajudar o irmão que tinha ficado sem uma das barbatanas e precisava ir à tona respirar. Então o companheiro de aquário, amparava e levava o outro até à superficie para renovar suas guelras de oxigênio, sem ser gênio e não almejando o aplauso da platéia, auxiliava várias vezes ao de sua espécie a continuar lutando pela existência.

História real, acontecida de fato, singela que merece ser citada em algum documentário como exemplo de camaradagem que desdobra nas miragens desta cidade. Nós somos seres humanos,será que nos preocupamos com o outro exatamente; às vezes o vemos sem barbatanas, a vida lhe atormenta, pensamos e reagimos ao contrário do peixinho camarada do aquário.

O mundo animal traz o movimento inverso, demonstra que o esforço desinteressado estabelece a beleza de um gesto ignorado, mas naquele momento decisivo para o irmão desafortunado. Ponto final, e eu que escrevo coisa banal, é um sinal que Deus existe e espera atitudes altruístas do âmago de nossa compreensão.

Peixinho kinguio, não o conheço, mas pelo seu belo gesto, estabeleço e vejo que obteve a minha condecoração, vou erigir-lhe um busto de homenagem, dizer que deixa uma mensagem de valiosa recomendação, me encoraja neste exemplo solidário na fôrça, coragem e luta para realizar na rima resoluta o que ainda tenho a sinalizar.

Vai o conto fica o alerta que a solidariedade é a medida certa para a salvação do mundo, não importa a realização se você está disposto a amparar seu irmão. Me estendo longamente, a inanição que me perdõe, passa o vento, vem a chuva o que fica mesmo é a convicção de mesmo não dispondo de duas mãos, com a barbatana resoluta, olhar ao lado e nunca esmorecer na luta, pois do nada aparece um irmão que nos acuda.

Raciocínios do encontro

                                   RACIOCÍNIOS DO ENCONTRO

1.Não tenho sangue de capataz nem me julgo capaz de realização nem guardo a pretensão de grandeza.

2.Viajo no infinito, continuo, me lanço no desafio quase nulo de ser poeta mínimo, do absurdo... entendam os que porventura num clique desavisado  lerem estes rabiscos desencontrados.

3.Que teimam em exercitar a faculdade do encontro um ponto de apoio na areia movediça de sentimentos estranhos longe dos casuísmos que constrangem a livre, leve inpiração.

3.Perseguir em cada ponto assimilar os meandros de intenções verdadeiras porquanto o simples viver traz tonalidades sorrateiras, desencadeia rasteiras, põe à prova as fronteiras da imaginação no lusco fusco de conceitos vãos.

4.Outras vezes mostra-se forte, fraco robustece a experiência anula feitos não direcionados.

5.Se é confusa a minha mente ela perece do mal sempre presente sonhar de menos, realizar de mais, mas encantada está, sempre à espera do mundo bom das certezas empíricas.

6.Amadurecido estou, apanhei bastante e de meus erros passados pretendo restabelecer a ordem para que no fim que me aguarda haja a meu favor um ponto de bondade.

7.Quando alguém ler os versos que escrevi possa dizer: Ele peregrinou a sorte, errou, acertou, e finalmente subiu ao pódio da misericordia.

Helder Chaia Alvim

Vendedor de sonhos

vendedor de sonhos...

Caminhar ou andar? Não sei ao certo.Inverter os papéis, será que sou poeta? andarilho no espaço exíguo de meu pensamento, demente, vendedor de sonhos, gladiador em arena inexistente de feitos loucos?


O julgamento a mim não pertence! coruja que gava o toco, fogo nela, esses versos querem conhecer o mundo esvaziar o assunto, levantar dilemas sem aplausos nos claustros consistentes que se fecham em reflexões permanentes


Não sei, mais adiante se verá, se foi positiva a contribuição destas rimas, ou se se perderam sem nenhuma citação negativando as intenções boas que almejamos


Mas pelo menos, tentei, esgotei minha capacidade de imaginar.Mas ficou no ar uma sensação leve e solta boa, muito boa. Aproveitei as horas tênues, para sonhar com o perene, estive pleno no que escrevi, se mereci atenção, agradeço se não, entendo também aprendi a ter paciência, esperar a voz do silêncio e me contentar com pouca coisa.


Tenho amigos, sim uns distante, outros perto, Denga, Luís José, Canuto, João, Michelle, Mainha, Valdeci, Nishimura, Bao e falam sempre, palavras deles, -Poeta, mande uma poesia, para alegrar esta noite, declame alto seus versos do tempo da ventania se tropeçar a gente te ampara, se tiver alto, não se preocupe compreenderemos, te daremos um longo abraço e te levaremos para casa...

Amigo, que lê o que escrevi, deixando dizer o coração, continuo na lide que me prescreve a inspiração, e vejo que este poema é o mais acessado da ocasião, talvez todos tenhamos sonhos mesmos e esta tornou-se uma ótima oportunidade para nos encontrarmos nas asas quentes da amizade... Estes versos estão em aberto aguardando sua interação. Vou postar o quanto me diz em seu nome  e vai enriquecer esta frágil raiz de seiva nova e muita alocução gostosa...

Hoje não sei porque lembrei-me de você, foi uma lembrança suave recordando nossa velha amizade, justamente neste cidade tão pardacenta e não isenta de tantas preocupações, mas repleta de mil lições, onde a gente se depara e esbarra com tantos personagens, cada um a seu modo vai vivendo belas miragens.

Às vezes se fantasiam de verdade, buscam alegria onde há falsidade, procuram o pedestal da fama, da gloria e sufocam suas convicções sem maiores condições, esquecem ás vezes que a natureza cobra esta obra monumental chamada sonho, ideal.

Mas a essência não perece, permanece, parece, continua leve e viva e não desaparece assaz facilmente. Hoje não sei porque lembrei-me de você já dá para perceber...

Finalmente chegou o dia da travessia e aquele vendedor de sonhos , não mais sonhou viu aquela realidade em toda a extensão no olhar de Deus... E sorriu um riso forte e alto, valeu tudo o que passou e dora em diante estava na plenitude beatífica para sempre.

Um forte abraço de união e inté outra ocasião.

Helder Tadeu Chaia Alvim

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O último tudo...

O último gole,
O último cigarro,
O último amor,
O último vintém,
O último ano
O último suspiro,
esgotou tudo!

Virar os bolsos e nada encontrar, já sentiu assim, eu também, lamentações à parte vá prá casa, o travasseiro é bom conselheiro, amanhã a sensação estranha passa e verá que a frustração foi momentânea. Não adianta procurar a explicação, ouça sua música brega e comece tudo de novo aperte o iniciar, reconfigure tudo,Bata no peito olhe no espelho de uma chance nova para o esqueleto. Ele respira, que coisa linda, sua alma canta, assobia e se encanta na pureza das intenções humanas.

Helder Tadeu Chaia Alvim

Perdas, nem tanto...

1. Perdeu seu amor, eu também, dá licença, não era para ser. Não aconteceu, a química não procedeu, idealizou demais, vai amigo(a) correr atrás de quem te valoriza, amanhã é outro dia, se liga na fita, insistir nem pensar, em desistir da vida não precisa desvendar o tema periga, será que este conselho procede me diga... Se não for nem liga...

2. O importante, na minha opinação é manter a calma, analisar o sentimento, não deixar que o veneno de Louda se estabeleça e no lugar da insensatez de outrem deixar fluir a sensibilidade Daquele que um dia amainou ventos e tempestades e tem um coração do tamanho de sua infinitude...

3. E na sua solicitude sabe o que acontece consigo e o livrará do perigo solerte, se alegre que outros horizontes advirão e refrescarão sua alma no bálsamo do tempo que aplaca a ira e traz a bonança.

4. À finitude peculiar a nós todos, o ideal e sobrepor-lhe um toque de eternidade e na empiricidade de seus vôos afogar as lágrimas sentidas da vida...

5. Aprendi à força de sofrer que a doce vingança da alma existe e consiste em alhear-se do tempo terreno e assistir com um riso disfarçado  o corpo que perece no ultimo suspiro de sua prece...



Helder Chaia Alvim

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Maré, maré

E o engraxate apareceu,em seguida, disse: Seu moço, um trato no sapato? -Quanto é? Perguntei -2 reais -tá bom, vá lá!

Primeiro a água torneiral tirando a poeira,  e a zoeira na rua augusta era geral,no noticiário o Papa em Jerusalém criticado, coitado sem razão Ele é de Paz, sua batina e seu perfil indicam quer um mundo melhor de prece,parece.

E nós em São Paulo construtiva assuntando o ambiente, vamos nessa! 10 engraxadas por dia, o Marcelo comunica ao todo 20 reais mensais 600 se a maré ajudar...

E ele capricha, esfrega a flanela dá os retoques finais bate na caixa a senha para o freguêz colocar o outro pé, pois zé o bom moço acaba seu ofício recebe o benefício e a caixinha magrinha de 70 centavos.

Toma uma pinga, acende um cigarro e vai prá longe cuidar do prejuízo,era preciso, antes sentou na cadeira do bar bilhar conversou, riu, falou de futebol... É Flamenguista carioca, nada mal!

É, se sentiu digno de pagar o serviço demorou um pouco, mais uma pinga seu moço, fazer o que, essa se pendura depois foi embora à caça de lustrar mais sapatos,um dia a realidade muda prá nois sem nóis nem que for na muda poesia de uma esquina vazia,

De um suspiro sem preço esmoreço, pego a caneta que desliza a noite inteira,amanhã cedinho tenho uma entrevista, apareceu um editor que gostou da logomarca 365 dias de poesia. Há quem faça? Valdeci jura que o poeta consegue diz: Ele merece!


Helder Chaia Alvim

Compacto

É gente amiga, e os átomos embravecidos estão aí, Eistein deu a pista, pesquisaram em seguida, ncontraram a força maldita Os combustíveis fósseis estão com os dias contados, ou vão usar a energia atômica para o bem... ou então, mil vezes infelizes de nós e do nosso mundão colorido que ofereceu tanta confusão.

Tem a tal alta definição, esperamos que traga a solução

Não cabe a este rélez poeta, subir até a física quantica decifrar a tecnologia nuclear compreender a fundo as pesquizas avançadas só aceno para a encrenca de morte se o pote desta atômica derramar sua mortífera irradiação no ar

Deus não permita que cheguemos a tanto desespero já vimos o que aconteceu em Hiroshima e Nagasaki Não preciso relatar, há quem fale! espero que a humanidade siga o belo conselho de Jesus Nazareno que nos amássemos uns aos outros e não, mil vezes não nos amassemos. O que irá sobrar?  O vento impetuoso e o eterno vazio, seu moço.

Helder Chaia Alvim

terça-feira, 12 de maio de 2009

Poeta do Nada.

1."Ele é poeta de nada", alusão clara aos meus trabalhos na poesia. Sem mágoas, resolvi pensar a respeito e cheguei a conclusão que a pessoa tinha razão ao dizer isto deste que escreve: desconhecido nos meios editoriais, desprovido de grana, mas que procura com garra ,nos versos encontrar o nada que se estabelece e que analisa.

2.A reflexão veio e com ela a convicção sensata da firmeza das minhas intenções, que não escondo de ninguém:
procurar, procurar o mundo bom nas rimas e entrelinhas da vida que passa.Deus sabia o que fazia, das cinzas frias criou Adão no paraiso, Eva mãe de todos os viventes, acredito. Houve no início dos tempos, segundo o livro do gênesis, uma grande rebelião, anjos não conformados com as determinações de harmonia estabelecidas pelo criador, propuseram ser deuses, foi quando Lúcifer se revelou, uns acompanharam sua incitação, outros pagaram para ver o desenrolar da confusão, conclusão os revoltosos desceram para os lugares inferiores e aterrorizam a terra com seus pavores. Miguel Arcanjo antes havia desafiado:"Quem é como Deus?" e liderou bilhantemente a primeira grande batalha, saiu vencedor com seus anjos aliados,1/3 da mílicia divina fora destronada de sua posição. E aconteceu o inevitável os mortais encontrariam-se no fogo cruzado, com livre arbítrio decidiriam o lado acertado.

3.Voltando ao assunto do começo, penso ser o nada o ponto de partida de grandes empreitadas.Luis Vaz de Camões, que o diga, viajou por distantes terras, combateu, sonhou, conquistou em Ceuta, conheceu Dinamene e nos Lusíadas se celebrizou. Do nada Dante viajou para o inferno, céu, purgatório na divina comédia;Vicent Van Gogh, do nada encontrou tintas de inspiração, plasmou cenas que hoje valem uns míseros milhões de dólares, né. Di Cavalcanti, Portinari, Tarsilla, Salvador Dalli e milhares deles nas galerias da admiração encontraram o ponto de partida para a deflagração positiva de anseios que do nada revelaram obras geniais, etc e tais...

4.Se a aparência engana, quase sempre, julgar a opinião alheia é tarefa difícil, não pretendo ensair a resposta, é melhor prosseguir nas rimas de nada, pois quem sabe aparecerá quem possa me compreender e será um motivo a mais, um incentivo precioso que vale muito ouro. Semanas depois, ele apareceu, um amigo, entendeu o que se passava comigo e disse: - Poeta, não desanime, aparelhe as linhas, converse com as rimas, conserve a serenidade, fique firme nas rinhas da emoção. Eu já pisei chão batido, já assumi o acontecido, cuido do meu recado,estou estabelecido na augusta paulistana, tenho amigos, espôsa, filhos, netos, de nada mais preciso.Valeu, irmão Valdeci Taveira de Lima pela menção que me anima a continuar... Vou lembrar de seu conselho e para sinalizar assumo o nada. Haja tempo, tiro folga, com holerite fino, na profissão de chapa ou estivador de sonhos vou continuar, calmo, no descortínio de um mundo melhor, confidente de sonhos perdidos, partidas ilusões, entardeceres consumidos pelo tempo não correspondido.

5.O poeta do nada apresentou sua elucubrações, vê na poesia a fonte perene de inspirações,se é pobre nos conceitos no seu peito trovador renasce a cada dia anseios de viva cor, na tinta da poesia vê a saída para um mundo que se esvaí no materialismo e torce para que retome as sendas do verdadeiro valor. E que cada um no seu canto estabeleça parâmetros exatos, não oculte o calor humano, escute os cantos solidários que do nada enchem as folhas soltas de retalhos.  Se me embaralho nas palavras, vôo livre,coração aberto nos declives revelados, se disse nada,me perdoe, se acrescentei algo de novo na presente partitura, sinto-me feliz e na lisura de nossa amizade finalizo dizendo mais um verso:

A você que compartilha comigo verdades que sofre com falta de ombridade,não desfaleça, pois na curva de um caminho a realidade vai mudar, o tão sonhado mundo bom vai chegar.Minore as dificuldades,priorize as potencialidades da alma que canta,em meio à tanta desolação,nascerá um mundo novo e os poetas do povo poderão refletir e do nada prosseguir suas antenações...

Ao finalisar resta-me analisar: Poeta de nada, sem mágoa ou cousa que valha, atesta sua nulidade,tantos versos entalhados na sinceridade,noites mal dormidas,de insônias provocadas,sufragam seu bom humor.
A citação clara, não atrapalhou meu pensar, se soubesse o bem que me fez,proporcionou-me este canto atilado,baseado na sensatez.As pedras rolam, rolam e encontram um amparo de cada vez agradeço o aviso ,
ter despertado neste andarilho do espaço a disposição renovada de ir em frente anotando versos do coração simples.
Valdeci, meu fio cabra bom tá aí vê se põe para este poeta de nada um gole da pinguinha rainha,pendura que prá semana a conta é minha.

Helder Chaia Alvim






segunda-feira, 11 de maio de 2009

Insistência ou desistência?

Insistir ou desistir, hein !!!

1.Me indagaram no sarau porque tanta repetência ou sei lá o que? Poeta repetitivo, que enfeita muito e coisas deste tipo. Achei razoavel a interpelação.O mundo atual também o é, martela a propaganda e não se engana na consecução de seus fins de divulgação, ambiciona metas para auferir resultados satisfatórios.

2. Um pouco mais atrás, a revolução francesa apregoou seu chavão, de boca em boca, no pé do ouvido fez cair a bastilha, símbolo da dinastia do rei sol. Ela conseguiu ofuscar a bela época e implantar a era do terror. Discussão à parte mais na frente o bolchevismo não vingou e até entronizaram recentemente na rússia a memória do csar imperial.

3. Não considero o relativismo boa opção de pensamento. O que é, é; remonta à criação divina. Porque discutir se existe um soberano de bondade, acima da cabeça da humanidade; as leis foram legisladas, o direito natural é inerente ao homem, não importa a situação:presente, futura e passada.

4. Perdido na noite dos tempos, o marketing foi decisivo para a queda de cartago, como traz Cícero, patricio romano. Por um golpe de sorte ao contrário que tróia viu cair seu império em uma noite estelar. Foi com um sonho que portugal do promontório de sagres estendeu seu império ultra-marino.Num laivo de unificação constantino promulgou o edito de milão, trazendo à luz do dia os perseguidos cristãos.

5. E a fila andou ou retrocedeu na memória de um poeta insistente. Átila, rei dos Hunos, chega ao ocidente, Clóvis implanta nas gálias seu sonho incipiente, Carlos Magno depois agrega vitórias e se coloca à altura de sua glória sem precedentes e eu pergunto sem marketing televisivo? Instaurou a dinastia carolíngia .

6. Já o Deus Crucificado dissera do alto de seu sacrifício: "Quando for levantado atrairei a mim todas as coisas." Poeta que tanto fala, será destino? Ele sabe muito bem que :"veio do pó e ao pó retornará." Pois enquanto está aprumado, movimentando para todo o lado é imperativo a ele falar, falar, é seu jeito de viver, não tirem dele este sentido, pois pretende percorrer o que lhe for requerido. O que pode fazer? As rimas falam, os versos sussuram no seu ouvido um canto esquisito, sempre revestido de lisura, respeito ao leitor, alvo não do marketing, mas de uma conversa amena, que valha à pena.

7. De um sonho, mais longe ainda Platão idealiza o mundo das idéias, Aristóteles pensa teses na matéria de forma constatada, Sócrates descontente bebe sicuta; amigo que me escuta não se trata de insistência ou desistência. Paro um instante, reflito o bastante, Heródoto já dizia ser a história, mestra da vida. Se leu o que demoro a elaborar, agradeço neste caso sua paciência admirável, despreze o que é não para filtrar, pois poeta bom, é poeta morto como Bao gosta de falar, enquanto vivos somos, seremos uma espécie de meia pedra, meio tijolo na construção inacabada do conceito universal.

> Afirmar ou negar não é relativizar, apenas livre arbítrio, ainda bem que podemos mostrar o nosso trabalho, cooperar no consenso e deixar a caneta trabalhar.

8. E no Brazilsão, então o lobby politico é responsável pela situação degradativa em que se encontra. Governo de pulso fraco, os interesses escusos á tona e o bem comum de 207 milhões de brasileiros no acostamento da história. As reservas morais e éticas extinguiram se propositadamente e as financeiras nem se falem!!! A  C O R D  A   ! ! !

Helder Chaia Alvim

sábado, 9 de maio de 2009

Impressões de um poeta de esquina na São Paulo intuitiva

1. Não me ufano de escrever, sinto-me feliz em viver, o que mais eu gosto é passar um café no coador, pitar um cigarro de palha, um trago da pinga do alambique, olhar o firmamento, jogar conversa fora, demorar na prosa com os amigos, depois rabiscar versos e é o que faço agora.Não sou forte, fraco me declaro, tenho meus medos e fantasmas, apreensões e cismas,culpas, erros, acertos, desencontros, apertos financeiros, porém, confesso, a vida me sorriu.

2. Na infância pude percorrer as campinas ensolaradas do Norte Fluminense, ser Flamengo,colher o carinho da família amada, vi na roça gente alegre de peito aberto cantar na colheita, abraçar as belezas de um tempo que se foi, saboreei manga, jabuticaba, andei à cavalo, sonhei acordado lá na Pirineus, meu diminuto condado.

3. A juventude foi agradável, estudando à noite no povoado do Tobias, paraiso de aconchego,inocência e muitos passeios( Cantos da antiga era,minha existência), depois o seminário, o conhecimento dos livros, a formação filosófica foi de bom proveito.

4. A idade madura veio, primeiro no Rio de Janeiro, em Niterói, gostava de atravessar as barcas da bela Guanabara, tio Odilon Ferraz e tia Lizete Chaia, quanta proteção me dispensaram, o primeiro emprego foi demais.

5. Depois os ventos do destino me conduziram para São Paulo populosa. A cidade orgulhosa de suas dimensões me acolheu, me ensinou na lida ser um poeta de esquina, me inspirou conceitos,informações preciosas que guardo agradecido, e hoje revelo sem véus os desígnios que atino, digam lá!

6. Não pretendo daqui me mudar, no contexto desta cidade tem-se tudo o que se possa imaginar Contrastes,paradoxos, semelhanças, solidão,multidão de gente apressada, amigos com sorriso largo, pretextos para sair de madrugada, lotação apertada,trabalho na alvorada, inventaram até o bilhete do madrugador, olha isso, meu senhor, bikes para o ciclista na estação do metrô.

7.E não para aí, não pretendo descrever as coisas ruins, fica por conta da mídia,que acompanha a mínima notícia e revela as nossas feridas sentidas, se esfria, chove, esquenta, o ânimo frequenta estados de múltiplas consciências, não sei não, não dá prá acompanhar a alta voltagem da energia cinética que abriga a São Paulo das vantagens e oportunidades quilométricas.

8.Antiga na idade, ela somente ela se remoça inovando qualidades, se fosse descrever sua biometria avançada, o limitado espaço desses versos no improviso não seria suficiente para fazer-me entender de verdade e perderia o fio da meada nesta longa estrada.

9.Fica-se impressionado, cada bairro tem cara de uma cidade,cada cidade na extensão metropolitana é um mar de atividades, encontramos Octavio Pinto de Almeida na Mooca dando aulas de pintura com talento e generosidade, em Pinheiros Zezé Bueno, no teatro de qualidade. Em toda à parte o caldo cultural é servido à vontade, contempla gostos, tendências e idades. O anonimato mantem o cidadão moderado, se ninguém parece observar ninguém, não se iluda nada passa desapercebido pelo transeunte paulista intuitivo.

10. Que me acuda o repente, pois este solo é diferente, abre o coração e a mente, revela poetas do povo, artistas veteranos, escritores de renome, engenheiros do concreto protendido, empresários bem sucedidos, empreendedores contumazes, trabalhadores da contrução civil, pilotos do volante, juristas afamados, promotores das vendas, inseridos no sistema. Encontramos cirurgiões de primeira linha, corpo docente especializado, empresas estabelecidas, comunicação de primeira linha, decanos do direito, as fardas brilham na azáfama diária, a corporação dos bombeiros, estampa seu brio e competência, a polícia científica não falha, a par da dimensão cosmopolita se apresenta aparelhada e instruída.

11. Bares, restaurantes, lojas, firmas, conglomerados de shopings centers, arranha-céus, aeroportos, longas avenidas, condomínios,Igrejas, monumentos, parques, vilas, vielas, ruas, casas populares, favelas, gente catando lixo, morador de rua, desemprego. Tudo isto em um só lugar, dá para pirar! A cidade de Frei Galvão tem pressa, sabe sempre encontrar a via expressa, intuitiva carrega luz própria, interativa pulula de impressões contraditórias, prestativa, reveste-se de graça peremptória onde gravitam realizações meritórias, ocupa a mente, divaga sonhos, inspira versos, que detalhados no reverso encontram nela o reflexo de sua própria imagem.

12.Confusa metrópole mastodonte, neste chão de Borba Gato, habitar tornou-se um tremendo desafio, constato. Também por outro lado ela nos anima a cada dia, nos deixa realizados, agasalha milhões de filhos, seu projeto de vida, apesar das aparências, nunca foi o mundo do ter, ser por excelência cidade poema, ultrapassa de longe o tira teima de seus enormes problemas.

13. São Paulo, terra de Ayrton Senna, herói a quem dedicamos este poema, ela sai sempre na frente, transpondo diferentes obstáculos, aparentes percalços, levanta-se de conscientes nocaute; se me alenta a escrita, a vírgula se perde na confusa contradição de meu lento raciocínio, se anula perante a grandeza de uma cidade intuitiva que admiro, e recebe hoje este mimo que imprimo, trova mínima de seu poeta de esquina, impressões que carinhosamente assino.

Helder Chaia Alvim

sexta-feira, 8 de maio de 2009

365 dias de poesias

1.O amigo Valdeci Taveira de Lima, me disse outro dia: -Poeta, você que gosta de escrever para espairecer,que tange na bigorna modelando as palavras, declama até que a lua vai alta no céu, que tal um desafio, quero ver sua performance nesta salão do meu bar bilhar.Faça 365 versos um para cada dia do ano... Vai encarar!


3. Colhi meus versos miados, suei um bocado e vejo faltar um bom pedaço, lembrei de uma modinha antiga que minha bondosa mãezinha cantava com voz cristalina lá na Pirineus,terra abençoada, origem deste aprendiz interiorano:- Eu te dei 30 mil réis para tirar 13.300, você tem que me voltar 17.700. Você tem que me voltar ...

4. Bem, avaliei o orçamento e quase desanimei um momento, tenho no Blog uma média de 87 postagens, falta-me ainda a cifra de 278... Mas vamos lá, mãos à obra, porque o trabalho me espera e não quero desanimar um amigo que tanto prezo, seu pedido é uma ordem. Vou desenrolar o novelo, show à parte, ausentar-me do salão, caçar um canto quieto para aperceber o diapasão. Um salve a todos e nos encontraremos na próxima estação.

Helder Tadeu Alvim
2. Amigo é assim mesmo, fala o que quer, desperta a gente para o que há de vir,depois de matutar lançando à frente a estrada diferente, acho que vou aceitar, não para mostar trabalho, mas para atender o conselho do irmão que respeito.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Sustentar o que?

1. Sustentabilidade, não entendo bem o termo tão em voga, são muitas as informações adicionais, fala-se tanto em crescimento econômico, preservação do meio-ambiente, as empresas, governo e instituições envolvidas divulgam suas iniciativas, o que é bom. Fui pesquizar e vi lá:

"Itens importantes para a avaliação são a redução de metais pesados e gases perigosos, utilização de material bio-degradável ou reciclavel, separação e incineração de resíduos poluentes, diminuição do consumo de água e de energia tanto no preparo como no uso do equipamento." ( conf.texto do Diário do Comercio, informática em 5/5/2009) sobre as gigantes do celular. Muito atual o tema, pois se insere num dos tópicos da sustentabilidade, o que as empresas estão fazendo, etc...

2. Tudo bem, sem ser estraga prazer,faço um paralelo longe, e não o faço por fazer. No documentário "A caminho de Kandarar" me chamou a atenção no momento que a jornalista volta a seu país para encontrar-se com sua irmã e vê uma cena patética e terrível: Após os bombardeios a que fora alvo o Afeganistão, a condição da população mutilada esperando chuvas de paraquedas, pasmem jogando pernas postiças. Tirem a conclusão!

3. Voltando ao assunto interrompido sabemos que a tecnologia avançada emite gases nocivos à camada de ozônio e acho paliativo preservar se a devastação não para e atinge níveis elevados  pelo uso indiscriminado de cádmo ou naftalina policlorada e outras mais. O próprio esterco do gado emite gases poluentes em ambundância, né.

4. O Problema está posto, não por mim, mas por todos ou abrimos mão da comunicação, apenas um item da lista, e do progresso acelerado em escala planetária ou não sei aonde vamos chegar, tendo em vista as toneladas de lixo tóxico que advirão por aí?

5. Gente sensata, é mais uma vez chegada a hora de pesar a balança, a eficiência energética é fato consumado, porque tanto avanço, se o mundo está à beira de um colapso existencial, bom seria se os lapsos fôssem corrigidos, a política de sustentabilidade fôsse voltada para o ser humano, lma da criação divina, sustentar sim seus sonhos e anseios de uma sociedade justa e solidária, onde os tratados internacionais a contemplassem por inteiro.

6. De pouco adianta os ditos avanços na preservação do meio-ambiente, se o o ser humano está carente de valores que o amparem em suas dores e interrogações. Aondé vamos parar, talvez com robores, enchendo de tecnologia nossa paciência, não há mister de tudo isso, apenas o sorriso de um mundo unido na concordia, enfocando o que há de melhor, mais importante para o ser humano: a paz ampla sem discórdias mundiais.

7. Afinal pretende-se o que? sustentar o que?
Hegemonias, consumismos ambicionar o prejuízo, ou fazer valer a voz sensata do juízo e equilíbrio? Se você, meu amigo souber, fale comigo, me encontro ansioso para saber seu ponderado veredicto! Dois pesos, duas medidas para minha vã filosofia...

Helder Chaia Alvim
Poeta Minimalista

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Fugaz Imagem

1. Acredito ainda no sonho, me proponho a prosseguir mesmo que tudo diga ao contrário procuro o equilíbrio,ele me mantém vivo, estabelece comigo um juízo a respeito da vida que respiro.

2. Se ela passa num instante porque não percorrê-la deixando no percursso versos sentidos,não dá para retroceder nem quero outro proceder.

3.Fazer repercutir no ar a fugaz imagem de um sonho e aceitar de bom grado o parecer determinante que traz consigo.

4. Meu destino está traçado me recolho no íntimo das deliberações, afasto por uns instantes a sensação de abandono, não lamento as frustrações que consomem alternadas lunações.

5. Jogar palavras não retardam o sentimento e a certeza da breve existência que sabemos ao contrário impulsiona a alma traz a convicção em forma de conceito modera os anseios, faz brotar a serenidade e a calma.

6. O entardecer da vida a cada dia se aproxima, entender sua realidade, tocar sua tonalidade fria.Assusta mas me alumia no sentido de proceder de uma maneira mais sensata, corrigindo erros,abraçando mais o irmão, oferecendo o calor do coração.

7. Vivendo diferente,acordando mais contente acreditando sempre no sonho que não mente,oferecendo versos ao vento, fitando o semblante do semelhante, vendo com ele seus horizontes,realçando suas imagens boas...

8. Enfim, acalentando o desejo de um mundo melhor,onde a vida flua diferente,e a chama do amor divino abrase todas as mentes.Devaneios outros de um poeta que canta versos ao amanhecer? Também sensações outras que embalam, a meu ver, o nosso sonho amiga Beatriz, eu digo sempre o que quiz!

9. Um dia o sonho adormeceu...alguém, um anjo protetor veio ao seu encontro e sussurrou nos seus ouvidos um acorde diferente que parecia dizer: - Não desanime, aguente firme! Ouço passos,não, não são seus algozes, já se foram...Sinto um vento benfazejo a soprar a monção de uma nova era,emoções antigas estão despertando. Eles estão chegando, os cancioneiros poetas, os pássaros estão enxergando novamente, os rios soberanos estão se encontrando,a rima está fazendo sua morada nos abismos sem casuísmos.

10. Com estas palavras, enlevadas por suave brisa, o sonho reviveu,muitos anos se passaram e aquela mão abençoada,continuara, continuara, incansavelmente,despertando outros sonhos,quanto ao sonho realizado, nunca mais se esquecera daquele acorde diferente, de quando em vez uma brisa suave vem roçar-lhe a face
e ele se emociona.

Helder Chaia Alvim