sábado, 22 de setembro de 2018

o o u r o d o a l u v i ã o o u g r a d u a l d e c e p ç ã o ?

O ouro do aluvião ou gradual decepção 
n a  i n t e g r a  o  sonho do gigante Brasil

1. Muito sutil a politica, e isto a nível mundial que dirá no Brasil. A sociedade busca incessantemente a verdade, sempre o parâmetro ideal na arte de governar. No entanto a realidade que está aí destoa daquela gerando crise de identidade e confiabilidade. A questão é como a democracia vai se comportar em face da conjuntura atual, como o povo vai reagir se o ouro da sustentável e equânime realidade boa não aflorar no chão doméstico.

2. O povo brasileiro não vive somente de sonhos e poesia, ele quer também pagar suas contas, ir ao mercado e encher a sua despensa de mantimentos, que uma escola eficiente para seus filhos, quer progresso, saúde, segurança e notícias corretas que alumie seus anseios mais sagrados.

3. Após o pleito, já no dia seguinte da posse virão as decisões do novo presidente, e serão muitas e tantas que vão requerer de sua personalidade uma obstinação sem limites, uma justeza das contas publicas. O déficit fiscal ronda a Republica beirando a casa de não sei quantos trilhões de reais, comprometendo o PIB em 80%, segundo a abalizada e contundente análise dos especialistas da economia.

4. Se o Brasil não tivesse esta maldita corrupção em sua malha politica a situação seria facilmente resolvida, se as reformas prementes de cunho tributário e fiscal tivessem sido homologadas anteriormente, aliás desde  a abertura, aí sim estaríamos todos em outros patamares de desenvolvimento sustentável e nóis, o povo soberano estaríamos em uma situação invejável de bem estar e fartura tanto moral quanto financeira. 

6. Mas não! Abriram tanto as comportas do poder que entrou a água salobra e indigesta da corrupção, e deu no que deu! E o governo ausentou-se de sua competência para imiscuir-se deliberadamente  na iniciativa privada, quis ditar conceitos de foro intimo do cidadão, e perdeu-se no lusco fusco de seus conceitos vãos.

7. Sem falar da pesada carga tributária que vem impondo à sociedade, sem falar de sua inoperância nas relações internacionais, em sua incompetência de décadas em tratar a segurança e a educação, sem mencionar o direito sagrado dos aposentados, a todo momento ameaçado.

8. E o desemprego que crassa tirando o sono e o bom humor de tanta gente? E a juventude bombardeada pelas drogas e falta de oportunidades. Não há talento, boa vontade e esforço que suporte tal cenário de vieses tristes.

9. Laivos de honestidade, conversas fiadas não resolvem, engabelações já deram, e a paciência do povo brasileiro está se esgotando na ampulheta inexorável do tempo. Ou o governo de hora em diante fica plugado nos anseios legítimos da Nação Brasil, ou vai sucumbir refém de sua incompetência. 

10. O povo almeja de fato e de direito uma economia forte de mercado  e uma transparência saudável das contas públicas, uma politica funcional e enxugada, em que cada centavo amealhado dos impostos volte para o bem comum maior de todos sem discursos e falcatruas tolas e abjetas.

11. Questões primordiais da hora presente, entre outras,  que solucionadas alavancarão o pais continente no concerto das nações, e devolverão ao povo brasileiro seu sorriso franco de brasilidade. E depois não vão faltar elogios e comemoração no terreirão da pátria amada, quando o ouro do aluvião sagrado da republica federativa ficar patente na brasilidade de sua gente afastando de vez as tristezas da decepção, visse!

12. E seremos todos um no sentido exato da palavra, e a gradual demência da corrupção sistema constará somente  nas páginas  arquivadas da história pátria. E poderemos todos cantar um canto de alegria e alento ao gigante dos sonhos realizados na íntegra.

Chaia Alvim Helder






i m p o s s i b i l i d a d e s . . . P O S S I V E I S

i m p o s s i b i l i d a d e s . . POSSÍVEIS  E PASSÍVEIS DE OCORRER.. 

1. Não é possível que em um país  tão belo e hospitaleiro, de proporções continentais, palco de tantas proezas no passado, tantos labores diários, de tantas serestas e abastança não tenha ainda vingado o Bem Comum Maior de sua gentes espalhadas por todo este chão de tanta poesia, hoje impregnado de violência, falta de educação condizível para a moçada, e carente  de trabalho digno, de segurança e tantos itens de primeira necessidade.

2. Um país tão promissor em sua forma de ser, tão impregnado de criatividade, de humor irreverente, de intuição a flor da pele, tenha ainda em sua concepção  politica um divisor da brasilidade de todos e todas, cidadãos( ãs). A que intuito escondido serve esta polarização desnecessária nas redes sociais se o Gigante  agoniza, ferido que fora pelos seus representantes há muita raça de tempo. Não é de hoje que esta crise sistêmica ameaça a saúde da Republica Federativa, e nesta corrida presidencial estamos assistindo inverdades de todos os lados, gente se posando de bons moços e moças, e que no fundo no fundo estão mais perdidos que a sociedade brasileira.

3. É hora gente sensata de uma união cívica para valer ou pereceremos todos indistintamente e vamos nos ver forçados a abrir a concorrência externa para  sermos novamente Colônia, pois não soubemos administrar a nossa independência, banimos uma monarquia constitucional, proclamamos a republica e a destruimos com querelas intestinas

4. Não vai aqui ofensa pessoal a sô ninguém, amo a todos os brasileiros indistintamente, sou da mesma massa de liga que eles e elas, e esta diversidade e que me encanta. Poder ouvir as diversas opiniões, discordar com força e classe, concordar e emitir uma opinião ou várias ao mesmo tempo e o que de melhor nossa democracia conquistou.

5. Temos os mecanismos em mão outorgados pela Constituição Federal, temos a Lei Complementar n. 135/2010, aprovada pelo Senado e Câmara Federal e sancionada pelo então Presidente Lula,  uma iniciativa popular com mais de 1.600 assinaturas, lei esta encabeçada pela OAB, CNBB, AMB, MÍDIA e outras entidades  e  O POVO SOBERANO. Uma inovação legislativa de primeira grandeza para expurgar as incongruências e barrar  parlamentares a cargos eletivos. Recentemente o TSE barrou trocentos e mais de mil candidatos que pleiteavam ser nossos  representantes. 

6. O próximo presidente vai ter a árdua tarefa de realmente encarar as reformas prementes a todos conhecidas, ele vai representar + de 207 milhões de brasileiros(as), e pegar um país dividido, uma população ressentida e apreensiva quanto ao rumo do Brasil e das suas próprias vidas, interligadas a politica e ao andamento da democracia.

7. Ele ou Ela na sua arte honesta de governar vai de comum acordo com o Senado e Câmara Federal terá que saber bem qual os anseios da população e assim ficar para a história, juíza inexorável de seus atos a frente da Nação Brasil.

8. Assim alguém objetará que estou delineando um Brasil ideal que passa longe da realidade triste a que todos nos encontramos. Mas para o pais alcançar seu equilíbrio tonal será preciso muita determinação e bom senso critico, muita fala direta, olhar sincero e sentimento cívico a toda a prova. 

9. Acho que em vez  das discussões de foro intimo do cidadão (ã), em vez desses ataques em riste a este ou aquele candidato, o postulante ao honorável cargo da faixa presidencial  deveria na hora presente dizer a que  veio e como vai tirar o país desta imensa crise sistêmica, econômica e de segurança porque passa o Brasil.

10. A não ser assim estaremos todos sem norte sustentável e reféns de uma  situação que beira à comoção social sem precedentes na história pós moderna.  Muita calma, reflexão, e uma pitada de gosto pensado vai fazer muito bem a saúde do Gigante. 

abraços rimados de união cívica
Chaia Alvim Hlder


terça-feira, 18 de setembro de 2018

PFV -será pedir demais? e o momento cíclico na politica

' O que você não sabe não o prejudicará' ( do filme A Grande Ilusão com Sean Penn)


               PFV -será pedir demais? e o momento cíclico na politica

1. Caminhar ou andar? Não sei ao certo, será que sou poeta? Andarilho no espaço de meu exíguo pensamento, uma verdade! Demente, vendedor de sonhos, gladiador na arena inexistente de feitos loucos, mais provável! 

2. Uma coisa aprendi com o meu mar de Marataízes, Es, que mesmo havendo baixios a brisa suave da inspiração vai lhe trazer o melhor vinho no término do banquete de brisas frescas que a lua vai lhe oferecer, e tudo o que tenho a dizer- lhes neste parágrafo livre das rimas soltas.

3. Tava pensando ontem a respeito das eleições próximas, e acho numa boa que tem conversa demais no ar, e coração de menos nas entrelinhas intrigadas da sucessão presidencial. Como navego normalmente pelos vários vieses de meus amigos(as) das redes sociais, não tenho problema nenhum em escrever para tentar espairecer as gentes plugadas noite, dia e madrugadas afim.

4. Até porque não tenho partido ou entrevista, somente trão somente o desejo prático que o bem comum prevaleça, que cesse a dita corrupção, e que a politica doravante legisle para o verdadeiro dono da Republica Federativa: o povo soberano.

5. Não é possível e toca as raias do absurdo que 207 milhões de brasileiros( as) continuem reféns de uma classe que deveria impulsionar tantas iniciativas de cunho democrático e não o fazem exatamente.

6. O povo quer mais fartura na mesa, mais educação de qualidade, mais segurança, mais justiça social, e uma infinidade de ações que realmente alavanque o Brasil para o crescimento sustentável. Será pedir demais?!

7. Até podemos deixar todas as vertentes politicas se expressarem, reza isto na constituição, o que é bom para o andamento da democracia. Até podemos entender as mágoas que fazem aflorar na pele da população de uma economia injusta, de juros exorbitantes, de falhas e mais falhas na administração da Res Publica.

8. No entanto para a devida correção destas e outras anomalias centenárias, precisamos com calma e gosto pensar,  saber, e depois deliberar  o que realmente queremos para nosso pais, pois ele já está tumultuado por demais da conta.

9. O Brasil dos sonhos e ideal na prática já existe no coração da maioria da população, e passa longe desta politica espúria de levar vantagem das verbas públicas, de encharcar a máquina administrativa de cargos e mais benesses, da falta de cuidado com as pessoas carentes, da omissão do Estado em proteger as nossas fronteiras do tráfico de entorpecentes, etc, etc.

10. O Brasil ideal, ouvi uma infinidade de vezes nas ruas, que passa longe muito longe por exemplo do capitalismo de lucros exorbitantes e também do socialismo utópico que não consegue explicar e praticar ele próprio para o bem do povo. 

11. Então gente  sensata, a qual tenho alta admiração pelo seu jeito de ser, suas crenças, seus esforços e talento , vamos deixar falaR o coração cívico, vamos pugnar pelo que  vale realmente a pena: o bem estar social de toda a sociedade brasileira em sua múltiplas culturas e intelecções. 

12. A não ser assim opino que vamos adentrar na era da intolerância, da desavença, dos enfrentamentos desnecessários. Não vale a pena descabelar por este ou aquele partido ( já nasceu partido e não inteiro) Pois no apito do segundo tempo as alianças mais estranhas aparecem e depois das eleições eles se assentam confortavelmente na Capital para dividir 'os espólios de guerra', e soltar uma risada gostosa para eles, e amarga para nós outros! É mole marreco!

13. A politica e os políticos aparecem e desaparecem do cenário de quatro em quatro anos, mas a Democracia vive e viverá pois ela é uma conquista perene do povo brasileiro. E nosso pais deve ser da altura de seu sonho latente de liberdade, paz e crescimento cultural, financeiro e empirico, visse!

abraços rimados de devoção
amo vocês demais!
Helder Tadeu Chaia Alvim
Poeta Minimalista

9. 

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

a página perdida do povo brasileiro

a página perdida do povo brasileiro
1. Em Sete  de Setembro de 1822, às margens do Riacho Ipiranga em São Paulo, aconteceu um fato histórico da maior relevância para a autonomia política da Nação Brasileira, e D. Pedro Regente estava lá imbuído de ideais pátrios para cortar o cordão umbilical com a Coroa Portuguesa, e propriamente neste dia alvissareiro nasceu do seu ato uma nova pátria, de monarquia constitucional, sistema de representação: senado, câmara de deputados, os poderes executivo, legislativo, judiciário e moderador ( exercido pelo imperador) e um esboço acanhado do voto, vinculado à posição social e financeira. Ou seja o povo ainda não tinha acesso ao sufrágio universal.
2. Período difícil, de transição em meio a crise econômica do recém emancipado Brasil, e a exportação de cana de açúcar, algodão e tabaco enfrentou a concorrência externa, e os custos de importação de manufaturas não cobriam os gastos da agricultura.
3. No entanto a monarquia enfrentou os desafios internos e externos  e conseguiu se estabelecer, surgiu a primeira assembleia constituinte, e posteriormente D. Pedro II iria colher os frutos copiosos de tal acerto, que artifício algum poderia negar. E foi que foi, e veio que veio muitos luares e auroras nos terreiros coloniais, nas vilas, matas, sertão e cidades até desembocar nos dias atuais e parece que a nação como um todo está num processo existencial crítico em que desconhece suas origens pátrias, suas tradições e  sua própria razão encontra-se literalmente sem razão. 
4. O ponto de inflexão se deu em determinado momento no passado e deixou um ranço pernicioso refletido na corrupção sistêmica conhecida a todos os brasileiros, e a politica mola mestra da sociedade apartou-se paulatinamente  do seu passado  e começou a legislar em causa própria. Não corrigiu os erros do percurso, aliterou-se do senso crítico, não valorizou as conquistas da sua independência, e erigiu um estado de coisas que caminha para a comoção social.
5. Inserida neste contexto, opinião minha, a gente pode entender a luta desnecessária que se trava nas redes sociais acerca do pleito eleitoral em curso, parece importar mais aos internautas sua opiniões pessoais do que a união cívica em torno do bem comum, e sobram xingatórios, mais recente um inaceitável atentado contra a integridade física do deputado Jair Bolsonaro,  que por pouco não o vitimara por lesão grave a sua artéria mesentérica. 
6. Gente sensata, a qual prezo de paixão, o que menos a democracia precisa é desses enfrentamentos tresloucados, e preciso apaziguar os ânimos, conter as emoções, e deixar cada um livre para se manifestar e apoiar que quer que seja. Aliás o monarca Pedro II deixou um bom exemplo para a nação brasileira ao incutir em seu longo governo um senso comum que dava liberdade plena ao direito de livre expressão.
7. Será que finalmente, após este episódio triste e grave em Juiz de Fora MG, teremos todos nós um momento de reflexão pratica para fazer valer as leis constitucionais ou vamos acelerar despropositadamente a intolerância em nosso convívio a ponto de torna-lo uma nova Canudos sitiada, onde brasileiro vai confrontar brasileiro? 
8. Há de falar mais alto a voz da consciência coletiva, a visão maior do Brasil enquanto nação auto determinada em busca da valorização do seu passado, no exercício pleno da presente e salutar Paz Social, onde os debates sejam construtivos e realmente gerem frutos opimos de sustentabilidade, segurança, educação, saúde, e ganhos reais para a sociedade brasileira.
9.  A almejada reconstrução nacional passará necessariamente pelo diálogo franco, pela fala direta, pelo andar despreocupado, pela consciência tranquila, pelo senso crítico e pelo olhar atento de toda a sociedade brasileira a sua diversidade cultural.
10. Se queremos um país forte e soberano, se queremos deveras que o bem comum prevaleça, só o teremos na união cívica em torno da democracia até  as sua ultimas consequências, ou seja um esfôrço conjunto de entender o irmão (ã), discordar e natural no convívio social, mas com classe e no campo das idéias, afinal queremos ou não um Brasil para todos indistintamente? 
11. E o caminho mais seguro é coração com coração pois passamos e deixamos as marcas no chão, e estas marcas devem estar consonantes com a grandeza pátria sem condições, e a disputa seria empiricamente quem ou quais vão fazer mais pela junção perfeita entre povo, política, bem estar social e abastança geral, com vieses totalmente afinados com a brasilidade de nossa gente. 
12. Poderemos se queremos estar a altura da grandeza do Brasil, ou  divididos numa retaliação intestina sem precedentes, todos dormiremos em pesadas camas de pregos, construídas por irresponsáveis conflitos sem nexo. ? Quem perde e quem ganha? Perderemos todos os + de 207 milhões de brasileiros(as) e não haverá vencedor(es), e a história inexoravelmente registrará uma página perdida para sempre pelo seu próprio povo!
Aliás bom cabrito não berra!
Chaia Alvim Helder
São Paulo 7 de Setembro de 2018


quarta-feira, 5 de setembro de 2018

consonâncias + di + visão experimental da sociedade brasileira

consonâncias + di = visão experimental da sociedade brasileira

1. Estamos aqui de novo tangendo a bigorna das rimas esparsas afim de deixar anotado nesta página livre, a quanto vai a clara e insofismável opinião publica da sociedade brasileira nestes dias que correm quaIS nuvens de imprevisões várias. E muita coisa passa em sua mente lúcida acerca da situação ora em curso. É tanto assunto, é tanta indignação positiva, que daria para encher um enorme quase infinito calhamaço de lamentações.

2. Inserido o som a conversa vai versar invariavelmente sobre a politica, pois ela está sob bombardeio constante da corrida presidencial e agregada a ela tem-se um enorme cabide de candidatos(as) pleiteando uma vaga no Senado, Câmaras Federal e Estadual, Governo dos Estados, acho que não esqueci + cargos de interesse publico? Todos eles em sua fala tem a resolução para os complexos problemas do Brasil. Tudo muito bem editado, respostas para tudo, etc...

3. Sem menosprezar sô ninguém, e sabedor da necessidade da politica na vida do cidadão(ã), mas sabedor da intricada arte de governar as legítimas interrogações pululam por toda a nação continente. Ainda sob o efeito benéfico das operações da Policia Federal e do Ministério Público cabeças que não rolaram estão na fila e na mira dos órgãos competentes e mais cedo ou mais tarde terão que prestar contas de sua administração a justiça.

4. No âmbito constitucional os parlamentares eleitos pelo sufrágio popular terão muito que trabalhar para honrar a confiança neles depositada. A começar pelas urgentes reformas fiscal - tributária, a começar pelo injusto modelo regressivo e progressivo dos tributos, e deixar claro a sociedade qual o retorno de fato que o Estado dá aos impostos diretos e escondidos arrecadados. 

5. E esta quantidade infinda de ministérios? E os cargos despropositados de confiança? E a educação, saúde, segurança e transportes? Muita coisa a ser corrigida e toda esta correção passa necessariamente pela câmara federal. 

6. Se não houver doravante uma união cívica de toda a classe politica visando o bem comum, propulsionando medidas eficazes contra o desemprego crasso, corrigindo as aleivosias intervencionistas do estado na livre economia de mercado, eles vão continuar a debater em vão lá no planalto, gastar palavras e o dinheiro da população em devaneios vazios, e sua retórica da campanha que os elegeu  terá sido desperdiçada mais uma vez.

7. Ainda sob o impacto triste do incêndio que devastou o passado do brasil, e neste momento escatológico em que o Museu Nacional virou cinza, a politica terá muito que reflexionar a que rumos pretende levar a nação brasileira.

8. Será que vai continuar com o descaso cultural que marcou governos anteriores?  Ou, ou  vai tomar-se de brio democrático e reconstruir a alma do Brasil, e trazer de volta o sorriso franco e a esperança para seus + de 207 milhões de habitantes? 

9. As ferramentas constitucionais eles as terão a sobejo, o apoio da sociedade também, será uma questão de honra pátria e arregaçar as mangas e trabalhar para o bem do povo e a felicidade de um novo tempo de justiça social, sustentabilidade e abastança tanto moral quanto cívica e econômica. 

10. Serão eleitos para representar o povo, e o povo quer progresso, paz nos campos e nas cidades, e um futuro sólido para seus filhos, um futuro sem corrupção, e que a demagogia cesse seu canto mavioso, e que as ações publicas reflitam um  país forte, generoso e bem calçado na democracia.

Chaia Alvim Helder



segunda-feira, 3 de setembro de 2018

sob o signo do desalento e a veia artéria da política brasileira

sob o signo do desalento e a veia artéria da politica brasilieira


'Senhor Deus dos desgraçados!  Dizei-me vós, Senhor Deus!  Se é loucura... se é verdade Tanto horror perante os céus?! '  ( Castro Alves- O Navio Negreiro)

1. Em 1868 Antonio Frederico de Castro Alves publica sua obra prima literária, saiu em defesa dos irmãos e irmãs de Africa Bendita, condenados a uma travessia insalubre e terrível nos porões dos navios, uma página triste de nossa história. Poeta nato e de verve plena, este célebre baiano encantava por onde recitava seus versos líricos comparados ao voo do Condor Enfim parecia antever nossa era afônica também tão carente da autêntica visão social, tão tumultuada pela politica caolha e inverídica:


'Senhor Deus dos desgraçados!  Dizei-me vós, Senhor Deus!  Se é loucura... se é verdade  Tanto horror perante os céus?!  Ó mar, por que não apagas   Co'a esponja de tuas vagas  De teu manto este borrão?...  Astros! noites! tempestades!  Rolai das imensidades!  Varrei os mares, tufão!' idem

2. E ainda sob a rajada do incêndio que destruiu o Museu Nacional  de História Natural no RJ, tristes por esta imensa perda, inconformados com a atitude dos órgãos incompetentes, como sói acontece em nossa política doméstica e sabedores que a manutenção preventiva do referido museu custaria muito menos do que se paga a um deputado federal, nos quedamos amuados  neste imenso navio de desesperança porque passa a pátria amada. 

3. Ademais ao verificar as regras do financiamento de campanha eleitoral vigente, constatamos como a dita campanha se torna cara ao bolso do contribuinte, e sem a previsão de justa contrapartida laboratória em prol do bem comum do povo. 

4. A meu ver a isonomia no pleito deveria valer para todos os candidatos com igualdade de direitos, ou será uma eleição teste ou um propositado tubo de ensaio? Daí o desalento conjunto do eleitor que já  está em + de 50%. O atual sistema eleitoral privilegia grupos, uma especie de monopólio se instalou na veia artéria da politica. Resta aos pleiteantes sem voz e vez no horário gratuito, a plataforma poderosa das redes sociais, que se utilizada  com critério e senso comum poderá fazer a grande diferença nas eleições.

5. A par disto tudo o eleitor não afeito aos termos normativos a toda a hora se vê numa intrigada celeuma para decifrar os tais embargos, as adstringências, infringências, e tantos outros termos jurídicos para entender a querela do habeas corphus( para que se tenha corpo) ah pois a alma da brasilidade já há muito esboroou do cenário político.

6. Enquanto o Brasil e seu povo ficam a mercê das apreensões e interrogações. Ah ainda tem o ônus e a prova, etc. etc. etc. Acho que estão querendo descaracterizar o ministério público, o que será péssimo para o exercício sério da verdadeira  ordenação democrática. 

7. O jeito jeitante e continuar lendo o poeta decano, vamo lá antão: '...Oh! que doce harmonia traz-me a brisa!  Que música suave ao longe soa!  Meu Deus! como é sublime um canto ardente  Pelas vagas sem fim boiando à toa! Esperai! esperai! deixai que eu beba  esta selvagem, livre poesia  Orquestra — é o mar, que ruge pela proa,  E o vento, que nas cordas assobia...  '

 Chaia Alvim Helder

Intolerância ou democracia?

Intolerância ou democracia?

' Não tomarás seu Santo Nome em vão'

1. O legislador supremo do povo eleito a pedido do Senhor, promulgou o saltério de dez cordas naquele momento crucial para o povo hebreu. E o fez com a autoridade vinda do alto no Monte Sinai, Em uma visão de conjunto do livro do êxodo o povo hebreu saiu do Egito e passou pelo Mar Vermelho, entrou no deserto, onde permaneceu por quarenta anos e lá fez sua aliança com Javé e nesta aliança Deus entregou os Dez Mandamentos diretamente a Moisés.

2. O Cristianismo segundo sua tradição histórica vela por esta Ordenação Divina desde sua origem no Gólgota Salvífico e também  credenciou o Amor como mais importante dos mandamentos seguindo as palavras proferidas pelo Mestre Jesus às margens do Mar de Tiberíades aos seus discípulos e apóstolos: ' Amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado, nisto serão reconhecidos por meus verdadeiros seguidores'

3. Um fato preocupante ao analisar as falas de alguns políticos pleiteantes ao cargo de presidente e a desenvoltura ao citar o nome de Deus a torto e a direito. Valer-se do Nome Santo para promulgar suas metas de governo e no minimo estranho em um pais de proporções multi culturais qual o Brasil.

4. Ele, quando sufragado pelas urnas soberanas vai dirigir os destinos de + de 207 milhões de brasileiros(as) de variadas tendencias. E polarizar a religião como norma neste intuito e ir contra a Constituição Federativa que dentre seus 250 artigos traz alguns que preserva direitos fundamentais de todo e qualquer cidadão. 

5. O melhor seria, com todo respeito que o candidato com esta tendência específica continuasse pregando no templo aos seus fiéis e deixasse  o cargo para outrem. Governar bem é governar para todos igualmente e no estado laico brasileiro o contrário seria um terreno com probabilidades de areia movediça. O Brasil não carece de intolerâncias e sim de união irrestrita as normas constitucionais para fazer vingar de fato e de direito o Bem Comum Maior inerente aos seus + de 207 milhões de habitantes, jovens, crianças e adultos ansiosos pelo bem estar social e o crescimento moral e cívico da pátria amada.

6. A meu ver se Deus quiser intervir nos destinos do Brasil ele o fará a seu modo e não carece de emissários e na hora presente não está legitimando ninguém como seu profeta salvador.  A boa safra na politica é um anseio nacional premente e urgente. A renovação virá na fala direta,  na justeza das ações sociais e publicas, na reforma fiscal, na incrementação da geração de empregos, na equalização correta das contas públicas, no fortalecimento inteligente da segurança, na educação de qualidade, na inovação na pesquisa cientifica, entre outros itens de primeira necessidade para o ordenamento correto da Res Publica Brasileira. 

7. O Brasil finalmente começa a exorcizar espectros na sua política domestica, e no seu entendimento consentâneo pretende legar ao próximo presidente um país que começa a tirar o pé do atoleiro sistêmico para guindá-lo ao patamar justo de uma nação auto determinada e livre das peias burocráticas e perversas da corrupção. E para tanto quer contar com um dirigente cônscio, equilibrado e focado nas suas leis consuetudinárias. 

7. 'A arte de governar consiste exclusivamente na arte de ser honesto' preceitua Thomas Jefferson. E ponto final!

Chaia Alvim Helder