segunda-feira, 22 de maio de 2017

Brazil, got off with the rigth foot

                                    BRAZIL, GOT  OFF  WITH  THE  RIGTH  FOOT
1.    O Brasil, um pais continente de dimensões que  cabem no sonho latente de liberdade e bem comum de  207 milhões de brasileiros, de riquezas in natura artis, de flora e fauna exuberantes, de serras, mar,  praias, planícies, vales e montanhas, cidades, sertão e interior,  celeiros de grãos, de potencial sustentabilidade econômica e social, de povo lhano, hospitaleiro e batalhador, de fé emoção e razão a flor da pele. De uma miscigenação fabulosa, terra prodiga em amor, compreensão e solidariedade, de inegável esperança de dias melhores para sua prole, que sabe tão bem agregar valores externos, e sobretudo compartilhar seu pão com os demais povos do planeta.
2.   Hoje se vê tomado pela avalanche pavorosa da sua crise sistêmica, moral e conceitual, mas que em determinado momento  percebe em sua intuição peculiar que precisa se mexer, expurgar de seu quadro a politica torta, almeja um novo tudo, transpira em suas veias a  renovação total, grita, geme e chora lágrimas de sangue, carrega sua cruz, mas mesmo alquebrado, falido, destituido de sua legitima democracia, ainda encontra forças, alento e graça no afã da grande renovação nacional.
3.   Ele a duras penas aprendeu que não é um discurso eleitoreiro que vai fazer a diferença primordial, mas sim o senso comum de seu povo. Ele já disse no ano de 2013, presente, passado que seu futuro não vai passar pela mão da demagogia, ele está distinguindo bem os lobos vorazes das verbas publicas, travestidos em peles de ovelhas, ele conhece muito bem os Judas Iscariotes que se macumunaram em proveito próprio ou partidário.
4.   Ele quer afastar o quanto antes esta perniciosa politica de levar vantagem em cima do erário de todos os brasileiros. Ele quer a reforma politica para ontem, a transparências das contas publicas, e acabar com esta mania deletéria de enriquecimento ilícito, Já chega da pilhação destes novos corsários pós modernos da injuria publica.
5.   Na verdade esta velharada politica não está com nada, precisa sim desocupar o trecho e deixar que o novo espirito nacional, baseado nas leis constitucionais e no senso comum empírico norteie de hora em diante seus desgnios de nação nova, arejada e eficaz.
6.   Ele, o Brasil que amamos com todas a veras do nosso coração merece rumos diferentes, gente ciente de suas responsabilidades cívicas, pessoas comprometidas irrestritamente com seu bem comum maior, e não esta corja de aventureiros de plantão, em que tudo o que tocam vira cinzas e para obterem vantagens escusas, corrompem e são corrompidos a torto e a direito e só não quebraram o pais porque o mesmo consegue diluir suas crises em seu solo cor de anil. O Brasil só será grande, livre, solidário e sustentável quando a classe politica for originaria do seio do povo e governar para todos, e a sintonia prevalecer ás querelas partidárias, quando exorcizar  de seu quadro esses e essas que enxovalharam a bandeira nacional e a constituição federativa, quando abrir espaço para as mentes novas, intuitivas e de futuro inquestionável, de lhaneza presente, de passado fundamentado no bem querer da população.


           It is vital to get off on the right foot with Brasilian public relations.

           Deus Salve o Brasil !!!
     
           Abraços de união,

           Chaia Alvim Helder

           Poeta minimalista


           São Paulo, 22/05/2017

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Alpendre Brasil


Alpendre Brasil

1, Gente sensata, o que pensar a respeito da situação brasileira  nesta atualidade surpreendente, e o que dizer que vocês não saibam, então vamos nos " areunir" a moda de Luiz Gonzaga e entoar a musica bela intitulada por ele de Asa Branca, não resta muita alternativa ao povo, pois está refém de uma classe politica totalmente desprovida de moral, civismo, amor pátrio e sem um pingo de senso comum. Um verdadeiro turbilhão de ladroagem pilhou a nação, e nos sentimos como Antonio Conselheiro cercados de todos os lados nesta pós moderna Canudos sitiada.
2. Há quem diga que o decimo sino de réquiem  já foi tocado, e na memoria sem história, nula de prosopopeia ou animismo a outrora brasilidade esboroou e com ela levou junto a esperança de + de 207 milhões de brasileiros afeitos ao otimismo, mas que hoje choram um pranto de sangue na imensa cama coletiva de pregos que a classe politica teceu para eles. Se estou dramatizando que  me corrija, seria bom demais se fosse  delírio insano de minha parte e coisa e tal.
3. O Brasil, rico em recursos naturais, enzimas, matas, montanhas e planícies, um pais dotado de belezas naturais, de gente lhana e trabalhadora, e em determinado momento de sua história proclamou a republica e se viu desgovernada, em estado de sitio, ambicionada pelos pesados impostos, que mal conseguiu ver  menos de meia duzia de seus presidentes terminarem os respectivos mandatos. Destronaram um rei probo e respeitado lá fora, um monarca que por mais de 40 anos esteve a frente dos destinos da nação que amava e respeitava para erigir a Res Publica Federativa.
4. O Brasil ultrapassou 500 anos de vida e cumulou muita história boa, muita prece em seu terreirão iluminado pelo cruzeiro do sul, viu muita gente pisar em seu solo, acompanhou a evolução sistemática do espirito humano, sua busca pelo ouro, suas guerras intestinas e mundiais, e hoje atravessa sob múltiplos pontos de vista uma fase atípica, muitos a querem escatológica. Não podemos olvidar sua raízes lusitanas, seu destemor desbravador, seus feitos de fé seu arrojo ao encarar o novo mundo e tudo o mais.
5. Podemos imaginar   sentimento que tiveram os naturais da terra ao ver gente estranha aportar em suas praias remansas com  suas vestes coloridas, bandeiras e canhões, eles não sabiam  que vieram de muito longe para  tomar posse de suas terras, erigir vilas e cidades, correr atrás do ouro e em pouco mais de  500 anos adiante eles seriam reduzidos a uma população diminuta e cercada pelo progresso sem fim de arranha céus, fabricas, carros movidos a combustível fóssil  e que seu sossego iria acabar.
6. O velho mundo se debatia em crise de aspectos religiosos, e cada nação queria ser a primeira a descobrir novas terras, ora para estabelecer o comercio ultramarino, ora para colonizar e a Igreja Católica viu nestas ações uma oportunidade para estender o Evangelho de Cristo ao novo mundo. E para tanto Deus suscitou Jose de Anchieta, hoje santo canonizado para esta missão no Brasil. E ele se dedicou a ela com afinco surpreendente e se tornou o protetor dos indios contra a cobiça dos colonizadores,
7. E o tempo passou, vieram as capitanias hereditárias, as monções de gente boa, as ambições do poder, muita semente espalhada em solo fertil, as incursões do ouro e diamantes, as vilas erguidas, as cidades que surgiriam posteriormente, cantos, preces, poesias, lagrimas, suores, labutas amanhecidas, injustiças a perder de vista, a escravidão de mãe africa bendita, reis, imperatrizes, barões, escravos, senhores de engenho povoaram este sertão de labor e prece, ferrovias singraram vales, planícies e montanhas, riachos viram o Brasil se separar de Portugal, Pedros segundo e primeiro, depois a republica e a secessão ininterrupta de presidentes, interesses regionais, Canudos sitiada, a velha e a nova republica de garras afiadas.
8. Pois Zé, roubaram o vento das velas da brasilidade quando apearam Pedro II, e apareceram  os generais Deodoro e Floriano, e o cidadão brasileiro começou a sentir na pele o prejuízo de no lugar do pai ficar os padastros medonhos em sua casa, outrora farta e de vida abastada agora de penúria, impostos e ausente de bem comum. E a republica velha tornou-se nova, ditou normas, abriu as portas da democracia, e apodreceu na corrupção sistêmica e não há estadista para tira-la da crise. Avacalhou as instituições e pretendeu derruba-la qual cacho de banana fora de época.
9. Mas, os inimigos do senso comum, que querem-na submissa esquecem que em determinado momento o gigante vai levantar, expulsar os vendilhões e judas iscariotis de seu terreiro para erigir a verdadeira democracia e auto determinação de seu povo, e que 207 milhões de brasileiros serão mais fortes e conscienciosos do que meia duzia de milhares de inconsequentes políticos. Ha quem diga que a nossa realidade  se parece com a era pós terror na França com cabeças rolando e outras prometidas. O Brasil, um pais de promessas exuberantes, hoje decaído de seu SONHO  LATENTE DE LIBERDADE E BEM COMUM, se assemelha aos tribunais de Poncio Pilatos ao direcionar o Justo aos açoites a à ignominiosa crucifixão. Não podemos esquecer que Cristo saiu redivivo do sepulcro ao terceiro dia,.. O Brasil vai despontar feliz com seu povo após esta onda perversa passar, e todos irão sorrir com ele um riso solto de brasilidade.
10. E quando isto se sucederá, mais cedo do que se pensa, mais tarde do que se imagina, será na hora exata que despojar os vendilhões do templo sagrado da republica e eleger o S E N S O  C O M U M  como uma instituição de direito e de fato. Até lá ele vai continuar a comer o pão que esses  diabos de polÍticos estão amassando!!!
Chaia Alvim Helder

quinta-feira, 23 de março de 2017

as polputas mentes x o sensu comum empírico

as polputas mentes x o senso comum empírico

1. E o Brazilzão, mais uma vez manchete internacional, um enorme balaio sem fundo da corrupção sistêmica, gente abocanhando na cara dura o erário de todos com fome de mil dragões, tudo que politico bota a mão vira cinzas, um acinte à nação brasileira e ao seu povo pacato e hospitaleiro,  e a carne tudo indica apodreceu...

2. Espero que o chocolate da páscoa não esteja bichado, rsss, pois a cerveja em Sampa encontra-se também comprometida, ah, ah, ah, será? A endemia não é de hoje, data das naus de Pedro Álvarez Cabral, e fez escola neste pais continente, agora se aprimorou na era on line da alta definição nióbico quântica, a que tudo indica, é a pontinha do fio do novelo,, valha-nos Deus que desgraçados estamos!

3. Uma turma que se utiliza do voto soberano para para si, os seus e partido, com o próposito escuso de amealhar a torto e a direito as verbas publicas. E o bem comum só existe na prosa e verso cantado dos poetas do povo, esparsos pelas ruas, planícies, serras, cidades, vilas e mar, só existe no coração de + de 207 milhões de brasileiros, reféns de uma classe que não representa mais seus anseios de mundo bom.

4. O mais a dissertação monetária é que importa, no entanto a comporta da paciência coletiva está, infelizmente a um passo da emblemática comoção social. Nem direita, nem esquerda vão resolver a situação. Eles, todos eles já tiveram seu tempo e malbarataram a democracia nacional. 
> O poder pelo poder cega, aniquila, e serve aos interesses de gente sem escrúpulos. Foi assim ao longo da história, e o Brasil não foge a regra. E para que, pois ninguém que eu saiba fica para a semente, e no fim da jornada humana, breve ou longa, a todos espera o tribunal inafiançável de Deus.
> 'Na essência, ensina o santo de Hipona, todos somos iguais, e para que o bem comum prevaleça e agracie a todos com sustentabilidade perene, carece do exercício pleno da cidadania, e o respeito às diferenças é o pilar da democracia. Cda um com seu talento e coletivamente somos todos nós. 
> Vamos aplicar a terceirização aos cargos polìticos, sem direitos à aposentadorias, planos de saúde e as benesses absurdas em voga. que tal gente sensata?

5. A única saída viável é o senso comum empírico, que está, graças a Deus entranhado na veia do povo brasileiro. o País está aí a espera dele, almeja um novo tudo, e que as 'polputas' mentes deletérias vão para o diabo que as carregue! O povo brasileiro precisa ser feliz, e o será um dia...

Chaia Alvim Helder

sábado, 18 de fevereiro de 2017

The decline of comum sense

         THE DECLINE OF COMUM SENSE

1.   Há muito tempo que se perde nas brumas da história existiu um reino que se chamava Paina do Cacter Geral situado no hemisfério sul, era rico em recursos naturais, possuía dimensões continentais, de solo fértil, irrigado por rios soberanos, banhado por oceanos, possuía as praias e falésias mais belas do mundo, parecia um paraíso de delicias naturais, vegetação exuberante, de altas serras, onduladas montanhas azuis, um primor de lugar.
2.   Seus habitantes, naturais da terra tinham herdado de seus ancestrais o sonho latente de liberdade, uma ideia entranhada do bem comum maior, eram uma raça audaz e hospitaleira, cordata e simples que encantava a outros povos.
3.   Solidariedade era seu lema, tanto que quando um vizinho ou mesmo alguma aldeia distante carecia de trigo podia está certa que o auxílio vinha quando menos se esperava. Trabalhadores, honestos e de fé viva reportavam ao Criador a abastança em tempo de safra abundante e ao Divino Pai Eterno pediam ajuda na estiagem prolongada.
4.   Tudo era motivo do riso solto, e as efemérides da vida eram sempre motivo de comemoração. Na colheita lá se punham eles a dançar e festejar, nos matrimônios numerosos mais festança e jantarado, nos nascimentos flores, e na hora da travessia de algum ente querido a compunção e as rezas prolongadas.
5.   Muito bem, sonhavam ao amanhecer de olhos abertos despertos e ao anoitecer se reuniam em torno do fogão à lenha embalados que eram pelos contadores de estórias sem fim... e naquela hora que convida à oração abriam suas mentes para seu destino certo de paz e harmonia, amor, camaradagem e bem querer.
6.   O acalanto era seu hino nacional, a sua bandeira motivo de orgulho e admiração, pois retratava a beleza dourada de suas convicções, o verde do eco sistema, planícies e montanhas, o azul de seu céu, o branco de sua paz sem condições. Tudo muito lindo, tudo muito alvissareiro.
7.   Não existia as grandes cidades em seu reino, apenas vilas e povoados entrecortados de paisagens campestres de perder o fôlego e encher a visão de alegria e felicidade de situação. Este reino ao qual me refiro existiu aos quinhentos anos atrás e tinha uma população de 5 milhões de habitantes.
8.   Mas um belo dia, um vento estranho soprou em suas faces e viram gente diferente aportar em suas remansas praias, eles viram a ganancia nos olhos deles, e pouco a pouco, dado a hospitalidade dos habitantes daquele reino, os estranhos seres foram assenhorando-se de seus domínios, e pouco a pouco um movimento contrário se fez sentir, e não correram cinquenta lustros adiante, o declínio do então Reino Paina do Cacter Geral se fez ver a olhos vistos.
9.   Poucos, muitos poucos resistiram, a maioria aquiesceu e saudou o progresso fisiologista dos novos mandatários, ora eleitos pelo voto da maioria, retalharam o reino em estados, e municípios e arquitetaram tributos em forma de impostos. Nas capitais seus filhos vestiram togas, receberam o título de doutores, as tribunas substituíram seus sonhos, as Igrejas deram lugar às tribunas, a luz de neon substituiu o brilho fátuo da lamparina, os valores se tornaram outros. Honra, justiça e bom senso se ausentaram dos corações daquela gente.
10.         Muitos até se abalaram para as recém criadas megalópoles ditas modernas, a quem se esqueceu de seu passado modesto, e depois de muito chão a face daquele reino fora desfigurada e que passava por ele não o reconhecia dado a balburdia de suas tavernas, dado a movimentação financeira de seus átrios, dado a correria insana daquele povo, outrora tão calmo e dono de si, agora elétrico e focado no consumo de bens perecíveis.
11.         Criaram bolsas de valores, bancos, arranha céus, o lucro, o comércio e ninguém era mais conhecido pelo seu nome, apenas número, qual mercadoria em série. Abandonaram o salutar hábito de pensar, de olhar no olho do semelhante, e acreditavam em tudo que os meios de comunicação despejavam a toda hora em sua mente.
12.        Na sua central organização bolaram leis até razoáveis mas deixaram duplas e tripas interpretações, e na sua dúbia maneira de enxergar a realidade desestimularam ações heroicas para focar no ganho e ter fortuna, sucesso e aplausos, mesmo que para tal trapaceassem, claudicassem, burlassem as mesmas leis que outorgaram    a sociedade.
13.         E não pararam por aí, de geração em geração o mais esperto era visto como vencedor, os que cismavam na abstração foram tachados de loucos e armou-se uma espécie de patrulha ideológica em constante vigilância para não deixar mais brotar o bom senso e a elevação de pensamento.
14.         Idearam um tal supremo que não suprema, mas que suprimia os direitos e o senso comum dos habitantes do outrora reino do sonho sonhado. A política não cuidou mais de suas relações exteriores, de sua defesa territorial, nem tão pouco da justa fiscalização de suas contas públicas. Os impostos de elevado teor tributário eram cobrados pontualmente, e quem atrasasse reincidia sobre o tributado, multas exorbitantes. Inventaram o dinheiro de plástico, e quem excedia o limite os juros se tornavam mortíferos e assustadores.
15.         É pois zé, sem falar que os tais impostos arrecadados não voltavam para a população em forma de melhorias, e a corrupção se alastrou naquele reino privilegiando a ‘casta’ dos honoráveis políticos, e se puseram a legislar em causa própria e fatiar a nação em novas sesmarias deixando o povo no apartheid total, sem rumo, voz e vez.
16.            E se me perguntarem o que aconteceu com o destino daquele povo digo     sim que um dia foram as ruas, e no outro começou uma tremenda comoção social em detrimento da paz sonhada, do sonho de liberdade, do desejo de bem comum! E a reserva de generosidade e heroísmo se esvaiu qual bolha de sabão empurrada pelo vento.
17.         A prudência e a paciência de outrora esboroaram-se, as aventuras emocionais, e a irracionalidade tomaram quase por completo a mente e as ações daqueles habitantes, outrora obsequiosos de suas tradições, costumes e cônscios de sua cidadania e bem comum.
18.         A corrupção sistêmica na malha política roubou deles seu sonho de liberdade e   auto - determinação, anestesiou seus valores de honra e civismo, e afastou quase que definitivamente de seu horizonte a esperança de dias melhores para sua prole. Mas vi que ainda não haveria a derrocada total, pois no olhar daquela gente pude perceber que a saudade de antanho persistia encrustada em suas almas, que a vontade de fazer as coisas certas dormitava em seus corações sensatos e em determinado momento iriam olhar coletivamente para dentro de si e soltar um basta do tamanho de seu sonho latente de bem comum
19.         Para meu alivio acordei, fora um pesadelo e tanto... passei a anotar para compartilhar aos meus chegados, de mesa, prosa e bar... será?! Qualquer noite destas talvez volte a sonhar de novo, Deus o queira, espero que seja para ver que aquele Reino do Carácter Geral tenha acertado o prumo, exorcizado a política maléfica, realizado as reformas de cunho constitucional para a felicidade de seu povo e para o bem comum maior de um novo tempo de abastança, sustentabilidade moral e cívica, que estas rimas e outras o digam!
Chaia Alvim Helder









sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Rimas de um poeta mínimo ou 365 dias de poemas empiricos: THE DECLINE OF COMUM SENSE

Rimas de um poeta mínimo ou 365 dias de poemas empiricos: THE DECLINE OF COMUM SENSE: THE DECLINE OF COMUM SENSE 1.    Há muito tempo que se perde nas brumas da historia existiu um reino que se chamava Paina do Cácter Ger...

THE DECLINE OF COMUM SENSE

THE DECLINE OF COMUM SENSE

1.   Há muito tempo que se perde nas brumas da historia existiu um reino que se chamava Paina do Cácter Geral. situado no hemisfério sul,  era rico em recursos naturais, possuía dimensões continentais, de solo fértil, irrigado por rios soberanos, banhado por oceano,  possuía as praias e falésias mais belas do mundo, parecia um paraíso de delicias naturais, vegetação exuberante, de altas serras, onduladas montanhas azuis, um primor de lugar.
2.   Seus habitantes, naturais da terra tinham herdado de seus ancestrais o sonho latente de liberdade, uma ideia entranhada do bem comum maior, eram uma raça audaz e hospitaleira, cordata e simples que encantava a outros povos.
3.   Solidariedade era seu lema, tanto que quando um vizinho ou mesmo alguma aldeia distante carecia de trigo podia está certa que o auxilio vinha quando menos se esperava. Trabalhadores, honestos e de fé viva reportavam ao Criador a abastança em tempo de safra abundante e pediam o auxilio divino na estiagem prolongada.
4.   Tudo era motivo do riso solto, e as efemérides da vida eram sempre motivo de comemoração. Na colheita lá se punham eles a dançar e festejar, nos matrimônios numerosos mais festança e jantarado, nos nascimentos flores, e na hora da travessia de algum ente querido a compunção e as rezas prolongadas.
5.   Muito bem, sonhavam ao amanhecer de olhos abertos despertos e ao anoitecer se reuniam em torno do fogão à lenha embalados que eram pelos contadores de estórias sem fim... e naquela hora que convida à oração abriam suas mentes para seu destino certo de paz e harmonia,
amor, camaradagem e bem querer.
6.   O acalanto era seu hino nacional, a sua bandeira motivo de orgulho e admiração, pois retratava a beleza dourada de suas convicções, o verde do eco sistema, planícies e montanhas, o azul de seu céu, o branco de sua paz sem condições. Tudo muito lindo, tudo muito alvissareiro.
7.   Não existia as grandes cidades em seu reino, apenas vilas e povoados entrecortados de paisagens campestres de perder o fôlego e encher a visão de alegria e felicidade de situação. Este reino do qual me refiro existiu aos quinhentos anos atrás e tinha uma população de 5 milhões de habitantes.
8.   Mas um belo dia, um vento estranho soprou em suas faces e viram gente diferente aportar em suas remansas praias, eles viram a ganancia nos olhos deles, e pouco a pouco, dado a hospitalidade dos habitantes daquele reino, os estranhos seres foram assenhorando-se  de seus domínios, e pouco a pouco um movimento contrário se fez sentir, e não correram cinquenta  lustros adiante o declínio do então reino de  Paina do Cácter Geral se fez ver a olhos vistos.
9.   Poucos, muitos poucos resistiram, a maioria aquiesceu e saudou o progresso fisiologista dos novos mandatários, ora eleitos pelo voto da maioria, retalharam o reino em estados, e municípios e arquitetaram tributos em forma de impostos. Nas capitais seus filhos vestiram togas, receberam o titulo de doutores, as tribunas substituíram seus sonhos, as Igrejas deram lugar às tribunas, a luz de neon substituiu o brilho fátuo da lamparina, os valores se tornaram outros. Honra, justiça e bom senso se ausentaram dos corações daquele gente.
10.                Muitos até se abalaram para as recém criadas megalópoles ditas modernas, a quem se esqueceu de seu passado modesto, e depois de muito chão a face daquele reino fora desfigurada e que passava por ele não o reconhecia dado a balburdia de suas tavernas, dado a movimentação financeira de seus átrios, dado a correria insana daquele povo, outrora tão calmo e dono de si, agora elétrico e focado no consumo de bens perecíveis.
11.                Criaram bolsas de valores, bancos, arranha céus, o lucro, o comércio e ninguém era mais conhecido pelo seu nome, apenas numero, qual mercadoria em série. Abandonaram o salutar hábito de pensar, de olhar no olho do semelhante, e acreditavam em tudo que os meios de comunicação despejavam a toda hora em sua mente.
12.               Na sua central organização bolaram leis até razoáveis mas deixaram duplas e tripas interpretações, e na sua dúbia maneira de enxergar a realidade desestimularam ações heroicas para focar no ganho e ter fortuna, sucesso e aplausos, mesmo que para tal tenham que trapacear, claudicar e burlar as mesmas leis que idearam para a sociedade.
13.                E não pararam por aí, de geração em geração o mais esperto era visto como vencedor, os que cismavam na abstração foram tachados de loucos e armou-se uma espécie de patrulha ideológica em constante vigilância para não deixar mais brotar o bom senso e a elevação de pensamento.
14.                Idearam um tal supremo que não suprema, mas que suprimia os direitos e os senso comum dos habitantes do outrora reino do sonho sonhado. A politica não cuidou mais de suas relações exteriores, de sua defesa territorial, nem tão pouco da justa fiscalização de suas contas publicas. Os impostos de elevado teor tributário eram cobrados
Pontualmente, e que atrasasse reincidia sobre o tributado multas exorbitantes. Inventaram o dinheiro de plástico, e que excedia o limite os juros se tornavam mortíferos e assustadores.
15.                É pois zé sem falar que os tais impostos arrecadados não voltavam para a população em forma de melhorias, e a corrupção se alastrou naquele reino privilegiando a ‘ casta’ dos honoráveis políticos, e se puseram a legislar em causa própria e fatiar a nação em novas sesmarias deixando o povo no apartheid total, sem rumo, voz e vez. A prudencia, a paciência de outrora esboroou-se e em seu seu lugar apareceram as aventuras emocionais e a irracionalidade tomou conta quase  por completo daquele reino e de seus habitantes. A corrupção sistema se alastrou pela malha politica alijando de vez o salutar senso comum e a auto determinação daquela gente. 


E se me perguntarem o que aconteceu com o destino daquele povo digo sim que um dia foram as ruas, e no outro começou uma tremenda comoção social em detrimento da paz sonhada, do sonho de liberdade, do desejo bem comum!
16.                Para meu alivio acordei, foi um pesadelo e tanto... e passei a anotar para compartilhar aos meus chegados, de mesa, prosa e bar... será?!
Chaia Alvim Helder







quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Rimas de um poeta mínimo ou 365 dias de poemas empiricos: There is a spirit of pig

Rimas de um poeta mínimo ou 365 dias de poemas empiricos: There is a spirit of pig:                                         ( THEY HAVE SUCH A NEGATIVE ATTITUDE) 1.         Gente sensata, a situação está tensa por aqu...