segunda-feira, 13 de novembro de 2017

balborinho compartilhado

Balborinho sem nexo
' vai´te para quem te comeu as leiras' ( folclore português)

                            
1.        Sabem de uma coisa, se todo mundo que tiver dito algo de cunho chacota  de outrem fosse penalizado,então teríamos uma demissão coletiva geral. Confessa aí baixinho para você mesmo. Olha que a conversa vai render dividendos à beça, não é mesmo? Nas mesas de bar então quem já não tirou sarro de um amigo ou amiga? Eu mesmo to cansado de ser apelidado de ‘magrão’, e devolvo na boa para um amigo o epiteto de ‘criança’, e e e e e e e ! ! ! ! ! ! ! Ouço outras de outrem: 'boca, orelha.' E eles levam na esportiva, fazer o que!
2.        Mas vem cá, não creio que o abalizado jornalista William Waack disse intencionalmente a fala de que é alvo nas gravações recentemente publicadas nas redes sociais; inteligente e cordato ele não tem o perfil de racista. O som alto de buzina incomoda mesmo, mas este borborinho amplificado  em torno do assunto, a meu ver, traz um desserviço incalculável à carreira de um profissional jornalista e professor com uma extensa atuação em prol da liberdade de imprensa. A que tudo indica este fato isolado pretende calar uma voz lúcida, precisa e muitas das vezes contundente contra as aleivosias do poder.
3.        O fato é que existe a gravação, acompanhada que foi do pedido formal de desculpas por parte do jornalista. O que foi dito é dito, e a celeuma contagiou as tão frequentadas redes sociais, já um tanto exacerbadas por tantas opiniões contrárias, elas encontraram um assunto que ainda vai render likes, e  as mais variadas possíveis opiniões vão se digladiar. É o feitio do momento, a realidade sobressaltada da politica serve para os desabafos internauticos.
4.        E eu, poeta mínimo estou também aqui opinando, e muitos dirão ser meu tom conciliador de pouca valia. Estou tentando sim dizer que a questão racista deveria ter ficado no passado, pois o presente requer uma evolução de mente capaz de areunir todos, sem distinção em torno da nossa brasilidade, e a raça negra, que admiro é uma flor de rara beleza e intuição e faz parte da grande família brasileira, e que este tema parece ser plataforma de projeção individual e coletiva, e não um movimento nacional de renovação cultural, ética e sustentável.
5.        Gente sensata, o Brasil acolheu todas as raças, hoje esplendidamente misturadas, é a nossa cara e ninguém vai desfigurar a nossa bela imagem de nação hospitaleira, companheira da paz, irmã da concórdia, e se alguém traz em seu coração sentimentos de discriminação saiba que não é este o tom da brasilidade, e nega algo de uma grandeza impar e de um futuro promissor: somos todos hum, e juntos e misturados vamos ainda escrever uma das mais belas páginas da história pátria.

Chaia Alvim Helder

Poeta minimalista

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

África - Brasil 2 gigantes irmãos e um oceano chamado Atlântico

Á saga de dois gigantes
                      África -  Brasil dois gigantes e um oceano de nome Atlântico...
                      um dia dois olhares se uniram / que as placas teutônicas divisaram /
                      2 continentes, de repente / o destino os ligou novamente/ e quem vai ousar
                      separar/ os dois irmãos novamente? / impossível será!

1.       Zimbabwe, Tanzânia, Quênia, Kilimanjaro, Mauritânia, Saara,  diferente línguas e dialetos, em um extenso continente de diversidade cultural, social e política. Setentrional, ocidental, central, oriental e meridional, sub divisões impressionantes de um povo que tem origem em suas civilizações ancestrais dos egípcios, fenícios, cartaginesas,  bizantinos e de altivos romanos.

2.       Entre outros países Marrocos, Argélia, Tunísia, Cabo Verde, África do Sul,  São Tomé e Príncipe, Congo e Botswana. Clãs, tribos, impérios e estados compõem o mosaico histórico da herança racial que nos legaram com sua vinda forçada para o Brasil.

3.       E na variação dos ventos e das ondas, atravessaram o oceano Atlântico, empurrados pela cobiça dos europeus, foram trazidos, arrancados de sua mãe pátria esses novos gregos e troianos chegaram ao Brasil.

4.       E muitos de nós trazemos em nossas veias o sangue africano, uma herança racial maravilhosa, sem a qual o Brasil não seria este pais  intuitivo, alegre, festivo e hospitaleiro.

5.       E em pensar que apenas milhares de quilômetros de oceano nos separam da mãe África bendita e nos põe em nossa consciência o dever ético e urgente de nos debruçar sobre nossa origem. E nos fará entender um pouco mais nas atuais circunstâncias porque encaramos a realidade atual com mais intuição, e uma pontinha de esperança em dias melhores para nossa prole e para a nação enquanto um todo de todos nós.

6.       O destino escreveu a página triste dos navios negreiros com cores fortes e tremendas, mas os nossos irmãos sobreviveram, a brasilidade se confundiu com a africanidade, transpuseram de mãos dadas  as barreiras dos preconceitos seculares, derrubaram as etapas das  discriminações e impulsionaram sem guerras e ódios o livre exercício da liberdade e bem comum.

7.       Resta-nos complementar e incentivar o exercício desta realidade feliz, o mais é velejar nas ondas perversas da intolerância, e querer um Brasil dissonante de suas raízes históricas. Pois quando lá atrás dois olhares se encontraram, não há como negar, eram divisados por um imenso oceano de nome Atlântico que as  placas teutônicas resolveram dicotomizar. De repente o vento soprou forte... e os ligou novamente... e quem em sã consciência vai se  atrever em os separar novamente? Impossível será!

Chaia Alvim Helder

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

U D A M A E A FLOR DE MÃE ÁFRICA BENDITA

Ah! Mãe África bendita, navios vieram de muito longe e trouxeram seus filhos, seu coração ficou partido, e a partida forçada aqui chegou há muito tempo. Sobressaltos enormes sofreram, sabemos de sua dor, de sua saudade, de sua desesperada esperança, guerras em seu seio, tribos desentendidas e a sorte contraria trouxe sua gente, eu sei!

O tempo passou, e dos terreirões de Jorge Guerreiro os olhares contemplaram a nova pátria diferente e inóspita, cruel, muitas das vezes nas mãos de capatazes, e das senzalas surgiu um canto de amor e pouco a pouco se expandiu para todo o continente.


Os vencidos alegres na sua dor, nos comunicaram a beleza das cores, o tempero e as belas feições de suas filhas, realezas em flor, contagiaram o pais continente.

Os dementes mandatários desceram às suas tumbas lúgubres, mas o olhar de Mãe África bendita venceu o medo e tornou-se Afro Brasil.

A todos aqueles e aquelas que um dia aqui chegaram, meu abraço de gratidão, e a lição hoje está mais viva do que nunca: " somos todos um" e assim seremos irmanados pelos laços pátrios, de afeto e bem comum.

 Você mãe extremosa  soube me cativar e  fazer me em meio as adversidades encontrar um lugar calmo dentro de mim:o amor sem condições!

Me fez ver sua diversidade étnica num todo harmonioso, me fez contemplar daqui suas planícies, desertos,  sua nação misteriosa e exótica, sua beleza, suas clãs e tribos e sobretudo sua capacidade de rir nos infortúnios.

E hoje com seu filho Santo Agostinho de Cartago, celebre em Hipona pude perceber a sutileza de seu carácter, aprendi uma coisa preciosa que levarei comigo para toda a vida: " na essência somos iguais, nas diferenças nos respeitamos, amém!

Chaia Alvim Helder

domingo, 5 de novembro de 2017

nove@hum@sete - hermeneutic

N o v e @ hum @ sete ! ! ! hermeneutic
1.       O Brazil, rico em recursos naturais, de dimensões continentais, um estado federativo; nas atuais circunstâncias, que a todos é sobejamente sabida, está no chão, e nós com eles, nocauteados por forças adversas. A par da intuição e esforço  de suas gentes não consegue no momento fazer frente ás aleivosias do poder. Um poder equivocado, deliberadamente oposto aos interesses da maioria, isto é fato. Parece que a ética anda longe de suas intenções e deliberações, parece que o florescimento de sua sustentabilidade está longe, muito longe de seu horizonte. E ele perece na prece, almejando uma outra realidade anímica e concreta que faça cessar de vez a corrupção sistêmica em sua malha politica, e volte aos trilhos de sua auto determinação.
2.       A cada dia novas descobertas de desações, quando não se vê enlameado pela enxurrada de noticias e fatos verídicos que depõem contra o que deveria ser, e não o é exatamente. E por mais que debrucemos pouco ou quase nada vamos entender da perversa onda do poder pelo poder. Muitos estudiosos no assunto Brasil delineam uma conspiração histórica e sistemática contra tudo o que é certo. E no fundo de quadro a realidade é que as nuvens da desagregação moral  e cívica  se avolumam anunciando outros tremores a pátria que amamos de paixão.
3.       Se esta raça não fosse forte e destemida há muito que teria sucumbido em meio a esta saraivada da corrupção sistêmica e cruel. Uma pátria isenta de catástrofes naturais, a não ser a provocada pelo fator humano ( vale lembrar a Samarco), mas a mão da politica desalmada pesa e pesa muito sobre os destinos de + de 207 milhões de brasileiros; tudo que os dirigentes tocam parece virar cinza, lama e chumbo, e não se trata de pleonasmos mas a pura e cristalina verdade dos fatos. Brasília não faz outra coisa do que safar-se das investigações etc e tal. A mídia atualiza diariamente e não há como negar a gravidade dos fatos e das fotos com malas de dinheiro.
4.       Perdeu-se no amontoado de decisões parlamentares, o bom senso, e a consciência deles não anda lá muito afinada com o bem comum dos seus eleitores. Não é de hoje, e se não fora a imprensa e as mídias sociais que estão de olho neles, a situação seria ainda mais extravagante. O fazer politico alheio completamente aos anseios do povo, teceu ao longo de suas evoluções um enorme saco para guardar e depois distribuir a sua casta privilegiada; há quems gostem de ideologias ultrapassadas, há quems, fisiologismos, há quems abracem assistencialismos, há quems desenvolvem demagogismos, há quems abocanhem protecionismos, todos à volta com o tal favorecimento ilícito. Poucos ou quase ninguém acalentam a boa e serena democracia, pilar de nossas instituições sagradas.
5.       E o saco foi se esticando daqui e dali, e ficou do tamanho de sua ambição, e chegamos onde chegamos com tanta usura e desfaçatez, meu Deus! Os políticos, honrosas exceções à parte tem fome de mil dragões, e sugam a veia da pátria qual vampiros dos contos da meia noite. Esquecem que tudo o que estão impondo ao povo vai voltar para  eles, e no frigir dos ovos a sua omelete vai ficar sem sabor.
6.       Enfim é o que o gigante chamado Brazil tem para hoje, amanhã soprarão em sua soleira de concórdia e paz,  ventos de renovação do mundo bom, anímico, concreto e determinado, a fazer valer dentro da lei e da ordem constitucional  os direitos de cada hum dos 207 milhões de brasileiros esparsos em seu pais continental.
7.       E aquele imenso saco de propinas e coisitas mais, será esvaziado uma vez por todas, pois o Brasil e de todos sem distinção, e a bendita brasilidade sorrirá um riso solto de liberdade e bem comum.
8.       Sabem, o Brasil ideal vai acontecer em suas nove nuanças: Bem Comum, Paz, Harmonia, Concórdia, Brasilidade, Justiça, Sustentabilidade, Liberdade e Felicidade.
Em Hum só povo irmanados por sete pilares do mundo bom, a saber; Ética, Moral, Fé, União, Vigilância, Honestidade e Solidariedade.
9.       A hermenêutica já acontece na vida e coração dos brasileiros, falta agora contagiar e propulsionar a vida publica em todos os vieses do poder do povo para o povo...
Chaia Alvim Helder
Poeta minimalista





terça-feira, 31 de outubro de 2017

power struggle


A evolução do poder
1.        Não é de hoje que o tema ocupa um lugar central na mesa da humanidade, e houveram tantos e tantas lentes no assunto que suas teses locupletaram estantes e mais estantes ao longo da história, e continuam a ilustrar o tema.Celeumas à parte hoje em dia poderia se encher os espaços da mídia virtual e escrita quase ao infinito. afinal, o que vai mal no mundo”?  Indaga e responde Chesterton em seu inconfundível estilo intuitivo e penetrante: - “eu mesmo!”
2.        Poder, mando, liderança, influencias permearam a vida na terra dos homens desde priscas eras, vão mudando de mãos, formato, situação geográfica, histórica e econômica de cada região, continente ou povo. Mas se nos detivermos a reflexionar sobre, veremos que em sua linha condutora, tudo é a mesma coisa: eu mando, decido, legislo, ordeno, se precisar com o uso de força, e você obedece, e se não questionar é melhor! E e e e e e e ! ! ! ! ! !   Eu idealizo utopias, manobro a opinião alheia, engabelo, e direciono ações concretas ao fim proposto, de vez em quando elimino desafetos, faço alianças espúrias, e no escopo de minhas razões sempre justifico os meios utilizados.
3.        Assim foi, acho eu, assim é tenho certeza, e assim não será indefinidamente. Não pode ser que o Grande Ordenador Divino vai permitir estragarem na totalidade  sua obra de perfeição intitulada terra dos homens. Mas por enquanto ainda não se tem sinal das revoadas arcanas que irão restaurar tudo e todos no amplexo universal do mundo bom das certas certezas empíricas. Até lá o que temos para hoje é essa desagregação sistemática da alma humana.
4.        No antigo testamento as ordenações divinas visavam organizar o povo eleito em tribos e a orientação ficava a cargo dos patriarcas, os reis Salomão e David são estes arquetípicos de soberanos justos e bondosos. A inspiração do alto vinha dos profetas, canais diretos entre os Hebreus e Deus. Jonas, Isaias, Jeremias, Ezequiel, Daniel, Oséias, Amós, Miqueias, Habacuc, Ageu, Naum, Baruc, Joel,  Sofonias, Zacarias, Abdias, Josué, Samuel, Esdras, Neemias, Tobias, Judite e Ester, Jó, Malaquias, e Macabeus, Elias e Henoc, entre tantos , pontuaram a vontade de Javé a respeito das ações e intenções de seu povo, de suas relações inter pessoais e coletivas. Outros povos também tiveram seus reis, uns cruéis, outros equitativos e inteligentes. Alexandre, o grande e Ciro deram exemplos de uma psicologia profunda, de uma visão extensa e de uma bravura sem limites. Apesar de não terem a iluminação do Altíssimo Senhor, eles seguiram suas consciências e a lei natural em prol de seus reino e súditos, e fizeram história na era antiga de uma maneira surpreendente.
5.        No alvorescer da era cristã, deparamo-nos com eles, sempre ciosos de seus cargos, e endeusados em si mesmos. Na altiva roma dos césares, Poncio Pilatos e Herodes Tetrarca da Galileia, encarnam a percussão dúbia e cruel da ambição que fará uso sistemático de suas sandálias e elmos em nome da pax romana. E o fio condutor da história assistirá ao longo de sua evolução a mesma trajetória de milhares deles até tocar em nossa era afônica e escatalógica, sem precedentes na memória dos tempos.
6.        Mas, tanto Pilatos e Herodes, e posteriormente os Imperadores Romanos sentirão uma ponta de inveja do Justo Jesus, o Deus humanado, e ao se defrontarem com Ele e seus seguidores, a pretexto de aplacar suas consciências perversas, buscarão a “ verdade”, o que não ocorrerá de fato. E conluiados com a autoridade religiosa dos Fariseus culminarão com a sangrenta crucifixão de Cristo, e depois com as dez   tremendas perseguições nos séculos adiante.
7.        Eles não imaginavam que estavam diante da realização do mistério da Redenção Humana prevista pelas profecias,  e que estava alvorecendo um novo tempo de perdão e bondade infinitas, que à partir do gólgota salvifico iniciara-se  a parusia do mundo bom que duraria até ao cair da ultima folha seca na consumação dos séculos. E que suas demonstrações de força de nada valeriam contra o Autor da criação e por extensão a todos aquele e aquelas que acreditassem e estivessem incondicionalmete sempre unidos a Pedro e a seus sucessores na profissão perene ao ‘ Cristo o filho do Deus Vivo” Seria questão de tempo, um tempo que já duram mais de dois milênios até que a suave vontade do Cordeiro e Pastor universal seja feita plenamente na terra dos homens.
8.        A nova organização da sociedade, deixou bem claro Jesus em suas predicas as margens do mar de Tiberiades, seria baseada no amor, paz, concórdia, doação e no exercício do bem comum maior. Restaurou com os sacramentos de sua Igreja o elo perdido dos profetas, e abriu a possibilidade de ingresso no reino do outro mundo, aquele que nem as traças, muito menos os ladrões e potentados roubarão para si.
9.        Vivemos minha gente em um tempo desagregado ao extremo do extremo , ninguém em sã lucidez ousa negar, direitos divinos e a dignidade humana dos povos conspurcada. E em pensar que o Criador da vida encheu de cores e enzimas, de sementes e paisagens a terra inteira, e dela fizeram um palco de horrores e mal querença. No entanto a consciência histórica dos povos e nações, que se encontra adormecida, quando despertar vai estar com fome e sede de justiça , então se dará o grande reencontro de Criador e criatura, terão muito o que conversar... Muitas decisões a tomar, muita saudade a reviver, e um pedido formal de perdão universal das criaturas ao criador. E a firme decisão coletiva de viver no bem comum, e fazer da sua terra uma antecâmara do paraíso. O pesadelo de uma noite eterna está reservado aqueles e aquelas que feriram a Deus na pessoa de seus filhos e filhas... E devastaram o planeta terra, e o deixaram irreconhecível de sua obra primeva, e privaram dele o direito sagrado de sua sustentabilidade. Não se trata de figura de linguagem, mas a cristalina verdade que sobeja das palavras de um Deus: ‘’’’’’- “ o céu e  terra passarão mas as minha palavra” de justiça, paz, concordia e bem comum não passará!

Chaia Alvim Helder

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

o gigante, esse desconhecido

O gigante, esse desconhecido
1.                   O Sonho do gigante assusta aos desavisados de sua essência de brasilidade, ao desconhecer suas origens desconhecem o quanto alto sonhou, o quanto sua gente desenvolveu em sua personalidade própria a intuição, o quanto limou sua consciência nesses quinhentos anos de sua história. É todo um conjunto de ações, convicções, fé e destemor aqui praticadas neste solo de mil canções. Geração após geração o povo continuou cultivando em sua alma valores de ética e bem querença. Espalhados que são num país continente, dotado de uma natureza exuberante, de cidades, campos e sertão coligados em torno da bandeira pátria.
2.                 Houveram discrepâncias no meio do caminho, quase sempre mal representados, esta representação arrumou um jeito de driblar a tudo e a todos em proveito próprio e desembocou na situação atual tremenda e sistêmica que o a má conduta parece premiada, e o bem obliterado às canções de um povo sonhador e hospitaleiro. Mas no peito que cada habitante honesto pulsa um coração plugado no bem comum maior de sua pátria, e o senso critico parece aparecer no imenso coletivo desta raça forte e varonil.
3.                 Este povo bem sabe que o futuro não será o que vai acontecer, mas o que ele vai fazer. Ele ente que a vida brasileira no contexto atual da globalização ainda está boa, fugaz em sua totalidade, pegadas que o tempo apaga mas sua memória cívica não esquece jamais. Ele tem uma espécie de crença boa que esta corrupção vai passar, assim que como os ventos lá no sertão iluminado passou e passa há gerações.
4.                 Existe em seu coração a  certeza empírica que o Brasil está mudando para melhor, e apesar dos pesares ele tem força e decisão suficientes para encontrar a trilha perdida intencionalmente pelos aproveitadores dos votos  de um povo um tanto confiante demais em suas lideranças. E o gigante a cada dia que amanhece adiciona em seu mar de preocupações as aguas boas da esperança em dias melhores para sua prole.
5.                 Ademais se o  tema é denso, o pendulo que equilibra seu bom senso é do tamanho de sua extensão territorial, e cristalino com suas aguas, e maior que ideologias liliputianas, ah se o é! Apesar da brasilidade ter-se esboroado em seu horizonte ele num esforço homérico as está juntando com o auxilio de seus filhos e filhas sensatos para devolver á sua gravura original o brilho que sempre idealizou.
6.                  Apesar desta crise maldita de carácter de muitos de seus mandatários, crise sorrateira e eivada de corrupção, crise que depenou o erário publico com fome de mil dragões dos infernos, crise proposital que aliterou a mania de levar vantagem á custa do dinheiro publico. Pois bem esta situação anômala requer  das consciências retas uma vigilância sem igual, uma ação conjunta nacional para barrar as más ações e construir um novo tempo de paz, harmonia social, abastança financeira, concórdia e crescimento sustentável para todos sem distinção.
7.                 Volto a frisar que a consciência do gigante chamado brazil sempre esteve ao longo de sua historia a serviço da ética e justiça, cabe ao povo brasileiro, beneficiário direto destes valores pátrios, discernimento e a força de uma ação prática para que vinguem em seu solo os desígnios sagrados a realizar, as discrepâncias politicas e sócias a corrigir. Todos nós devemos isto a ele. E o mecanismo constitucional ao nosso alcance é o voto soberano das urnas no ano vindouro de 2018. A não ser assim poderemos voltar a dormir um sono de pesadelo, pois não acreditamos deveras em nossa grandeza pátria,e melhor seria que não houvéssemos nascido.
Chaia Alvim Helder
Festa de São Lucas,

O medico da medicina divina.

domingo, 15 de outubro de 2017

I´ m afraid we´ve awoken a needy giant

I`m afraid we´ve awoken a needy giant
A sina do gigante carente
1.                 Esses versos mimados, escritos despretensiosamente ao amanhecer, tentarão quase em vão dizer o que vai no coração do gigante, e se porventura esta tinta azul plasmar no papel algo bom, agradeço de antemão à bendita inspiração, sua volta em revoltos traços, quiçá alados, alegrará este coração de poeta das esquinas intuitivas, anoitecidas no afã do mundo bom das certas certezas empíricas, a você que ora  se detém a lê-los minha extensa gratidão e consideração sem fim...
2.                Você mesmo que acompanha esta elaboração, que possui em alto grau o senso comum das coisas ao seu redor, que olha apreensivo o horizonte da pátria amada, que espontânea e naturalmente conhece a realidade que nos acerca, a politica domestica com seus dentes afiados e consciência laxa, e se pergunta o que será do Brazil?
3.                O lamento, a frustração, a decepção tornaram-se o coro de mais de duzentos e sete milhões de irmãs e irmãos nossos espalhados pelo nosso pais continente. E com razão pois a toda a hora há quems desmintam a constituição federativa, neguem o obvio e açambarcam o estado de direito em uma leitura no mínimo absurda da realidade que nos acerca e parece não querer deixar as gentes progredir, ir e vir na livre expressão de sua intuição da brasilidade.
4.               Mas, mas... o gigante carrega consigo reservas de generosidade e heroísmo e de uma hora para outra vai soltar um grito de bem comum que exorcizara esta era afônica para o quinto dos infernos, se vai hein! Ele, o gigante pela própria natureza vai areunir os seus filhas e filhas no anverso desta hora triste e medonha, e vai gotejar sobre a Mãe Pátria uma revoada de esperança pratica e categórica contra os mal feitos da politica mal intencionada.
5.                O Brasil está faltoso de estadistas, lentes do saber, mestres da cultura, lideres autênticos que representem de fato e de direito o anseio da maioria. Sem menosprezar outrem, a meu ver eles existem, mas deveriam se posicionar á altura da tremenda situação e fazer valer dentro da lei e da ordem os princípios magnos da constituição sem privilegiar ninguém, o certo deveria ser certo, e quems ou qualis tenha claudicado a força da lei neles sem dó ou piedade.
6.                A par do enorme esforço do Ministerio Publico e da Policia Federal, precisa mais, ou seja a unicidade em torno do bem maior de todos, e cessar de vez  esta mania de defender o indefensável, tenham paciência, que a do povo brasileiro já se esgotara há tempo. A ausência de etica nas ações de muitos parlamentares tornou-se patente, para não dizer gritante. Como conseguem conviver com suas consciências não sabemos, O fato é que construiram suas verdades e elas  passam bem distante do Brasil ideal, do justo e reto caminho da reconstrução nacional.
7.               A não ser assim, dizem as ruas soberanas, gritam o senso comum e o instinto intuitivo do povo brasileiro, nos sentiremos órfãos, náufragos, insones, desesperançados ao extremo. Enquanto uns outros, detentores de mandatos, muitas das vezes, usurpando a dignidade cívica e moral da pátria de todos. A sensação adversa começa a tomar corpo, a comoção social se avizinha solerte. Aprendi na vida que a sorte de um amigo não pode estranhar a outrem, mas a sua desgraça sim! O amigo gigante padece de um doença quase incurável em suas entranhas, e uma boa dose de senso comum salutar irá curá-lo plenamente. Quem poderia ministra-lhe a dose correta do antídoto? Após o que ele vai se levantar do seu leito de morte e sorrir um riso solto de liberdade, e vai aflorar novamente em sua face as cores vivas da brasilidade.

Chaia Alvim Helder