sexta-feira, 22 de setembro de 2017

N a t e r r a d a s f o r m i g a s q u e m s

                         Viés da sorte na terra dos homens formigas quems ! ! !
1.         É gente sensata, que partilha comigo o sonho ideal de mundo bom, das certezas empíricas, inclusive, aquele que inúmeras vezes nos detivemos a confabular nas noites frias da realidade paulistana, não vazias de sentido;  o poeta do paralelo 46, Ludwig Ravest que o diga, e o saudoso Júlio, o livreiro da Augusta de todos os tons não me deixarão mentir.
2.       Aquele, a meu ver que saiu das mãos do Artífice do universo, quando in fieri criou todas as coisas e deitou sobre elas seu olhar infinito de bondade, que esparziu cores, sons e uma variedade de maravilhas na terra do homens que perigam em formigas. E de quebra indizível atingiu nossas existências, dotando as de razão, sensibilidade, emoção e livre e solto arbítrio.
3.       Para não me alongar em demasiado, pois a era da comunicação instantânea instagram enleou a tudo e todos, e para não correr o risco da danada prolixalidade, vamos resumindo em partes o que hora a bendita inspiração nos leva a deixar prazerosamente anotado no papel gipseo do Blogger Google, parceiro e mentor de iniciativas avolumadas de bem querer.
4.       E para soletrar a verdade, na cidade que engrandece muitas das vezes o vazio do consumo e apequena anseios coletivos, alumia no neon a era quântica enriquecendo os neutrinos sem aquilatar a sustentabilidade maior do planeta ao seu redor, e de dó em dó, caminha para o fá menor.
5.       Ah! Si reflexionasse mais o bem comum, inerente à sua gente, talvez já tivesse alcançado os patamares de um desenvolvimento para lá de adiantado. Mas ainda resta-lhe uma boa parte boa na cabeça da moçada, positivando o futuro próximo com as melhores expectativas do saber crescer sem esquecer a verdadeira democracia de suas esquinas intuitivas.
6.       quems ainda andam obcecados no medonho  atraso político, saudosistas de estimar sem razão, de negar a clareza dos fatos, a veracidade da crise sistêmica que assola o brasil continente. Há quems desacreditam da força geradora de  uma ação social efetiva, inclusiva e desapeada de silogismos assistencialistas. Há quems demagogiem a situação enxergando só perseguição afim de encobrir atos de duvidosa clareza cívica.
7.       quems permaneçam inveterados  em esconder a verdade cristalina que lhe saltam aos olhos, há quems prejudiquem a cidadania, quems rapinem o erário sagrado de um povo, há quems rejeitem o novo tempo arejado que sopra no alpendre da nossa pátria amada.
8.       E sobretudo há quems, formigas quems de viseiras em riste não queiram a melhoria financeira, moral e construtiva de 207 milhões de brasileiros, e não me perguntem quem são eles e elas que no momento não sei para falar, aliás nomear pessoas e partidos políticos não será nunca o intento destas páginas singelas escritas ao amanhecer de uma urbe que não dorme nunca e carrega em seu bojo de união   o potencial de absorver as dores e crises  nação inteira  e dar a todos os rumos de um constante otimismo.
9.       Se existem tantos quems desfavoráveis á ordem ideal que o Criador plasmou na terra dos homens, isto não significa que a qualquer momento Ele, O Senhor do tempo e da história  não possa intervir novamente na sua criação, e estampar em sua face desfigurada pelos quems , plantonistas do péssimo anjo decaído, uma nova luz, monção benéfica do mundo bom e empírico. A solução cabal e extensiva virá e a Poesia Divina iluminará os corações apaixonados dos que sofreram, gemeram sob as botas altanadas e empoadas dos quems sem noção de brasilidade e bem comum maior inerente a todo o povo  brasileiro sem distinção.
10.    Deus reserva ao Brasil novos horizontes, uma pátria irmanada tudo em todos, seremos todo nós, sem economizar na prosa e nos versos cantados, compreenderemos um pouco o sentido de nossas existências, e este pouco será muito que despertará o consciente coletivo do mundo bom das certezas empíricas, e não haverá mais em nosso solo gentil os  malfadados quems atravancando nosso progresso de pais livre e auto determinado.

Abraços rimados.


Chaia Alvim Helder

terça-feira, 13 de junho de 2017

I m a n e n c i a

              A   i m a n ê n c i a
1.       O Brasil enquanto pais soberano conhece bem suas estradas e trilhas, está imanente em si mesmo o bem comum, a democracia, as leis constitucionais, seus valores pátrios, e seu bem querer, sua abastança nos campos, sua flora e fauna exuberantes, sua topografia imensa, suas cidades solidarias e a vontade de seu povo de progredir. O que o atrapalha há décadas é sua politica sistêmica, beirando a ilegitimidade compulsória de muitos de seus parlamentares, um paradoxo pois eleitos pelo sufrágio popular, acabam legislando em motu próprio ou partidário, um acinte a este mesmo povo cordato que o elegeu. O resultado não poderia ser pior: a corrupção sistêmica contaminou sua artéria vital, uma montoeira de ações torpes apareceram e o Ministério Publico as tem  denunciado, a Policia Federal trabalhando afinco, e a historia universal nunca tinha tido noticia de tal corrupção. Teoria do caos, não creio, é o caos propositado que campeia na Res Publica Federativa beirando a uma enorme comoção social.
2.       Uma visão critica  seria interessante trazer a tona de nossa conversa amena, pois a sociedade e seu vicio de aparência e exterioridade corroborou em grande parte para esta situação esdruxula, cobrasse la mais atrás dos dirigentes mais noção ética  e seriedade não teríamos chegado onde chegamos, deixamos a corda solta, não acompanhamos as decisões dos respeitáveis... Agora a burrada está feita, e a escola da farra da verba publica veio ganhando adeptos enquanto o povo morre a míngua de seus sonhos latentes de liberdade e senso comum. Esvaiu a esperança, embotou a garra e vigilância, agora que as cobras estão criadas e deram crias está difícil de apealas do poder. O capitulo atual do Brasil trouxe com as investigações da Lava Jato revelações de estarrecer e apareceu um rombo colossal das contas publicas, corruptores e corrompidos de mãos dadas ferindo os direitos constitucionais e a auto determinação  do povo brasileiro.
3.       Quiseram ter a grana do erário publico e conseguiram, meu Deus que desplante espantoso, esqueceram o ser humano, a pátria e tudo o mais. Uns descarados vendilhões do templo sagrado da Republica Federativa. Eles somente eles desenvolveram habilidades perniciosas e construíram um outro pais para si! Um pais de falcatruas, tratativas escusas, um protecionismo de seus atos obscuros que hoje se revelam em toda a sua hediondez apatriota. Enxovalharam a Democracia, causaram a falência múltipla das instituições, caíram no descredito e colheram a abominação geral de + de 207 milhões de brasileiros.
4.       Relativizaram suas ações conjuntas, e com a fome de mil dragões devoraram a verba publica, patrimônio de todos, mas não contavam com a perspicácia deste mesmo povo que iludiam há décadas, e a própria corda que teceram, por ironia estã sendo utilizada para se enforcarem entre si.  As nossa raízes culturais, o bom senso, e o carácter lhano dos brasileiros estão fazendo a diferença, e da apatia de ontem surge uma raça renovada e vigilante não deixando passar nada batido, e a Moralização Nacional começa a ganhar a guerra para perenizar no futuro um pais realmente sustentável e justo para seus filhos e filhas esparsos por esta nação continente.
5.       A nota ideológica das ruas soberanas não passa mais pela dita esquerda ou direita, não! Elas tiveram seu tempo precioso e malograram em seus objetivos, a vibe é outra, se fundamenta nas leis constitucionais, na bem querença, na certeza e o empenho de realizar o sonho latente de liberdade e bem comum. A expectativa, depois de conduzir estes e estas pessoas não gratas da politica para o ralo da historia, será  limpar  a eira, o próximo passo será da união cívica nacional em torno da brasilidade, e quem ou quais quiserem caminhar, conduzir os rumos do Brasil, doravante vai ter que suar a camisa e mostrar serviço e não claudicar jamais!
6.       Estão passando bois e boiadas no cenário desta bela e promissora nação, mas esta corja toda dos infernos cavou  seu abismo. E o Gigante verde, amarelo, azul e branco se pudera fosse adiantaria o relógio para avistar um novo tempo, um novo tudo para o bem maior de seu povo. Então poderemos voltar a prosear sobre o tempo  do carro de bois, do cruzeiro iluminado, do terreirão de Jorge guerreiro. A fase atual desta exponencial negatividade vai passar e soprar no meu sertão, cidades e povo brasileiro um vento fresco e arejado de senso  comum e bem estar social.

Abraços rimados

Chaia Alvim Helder

quinta-feira, 1 de junho de 2017

O Gigante Amordaçado

1.    o gigante amordaçado

    Haja prosa, falta verso, e no anverso triste desta hora presente avistamos uma nuvem carregada de miasmas descer seu véu lúgubre  sobre  uma nação inteira. Aproveitadores de plantão se revezaram para roubar-lhe seu sonho latente de liberdade e bem comum. Haja entendimento escatológico, que venha a vigilância, senão Ela a pátria de encômios dourados, de oportunidades, afeição e garra vai soçobrar. E em sua historia contemporânea vai restar apenas u página borrada sem ilustração pertinente, um leito para 207 milhões de compatriotas, forrado de pregos, uma cozinha faltosa de fogão quente, um alpendre vazio caracterizando a derrocada geral do senso comum.
2.       Não é isso que ela merece, se padece do mal que entranha suas artérias há de ter o remédio salutar, e no vagar tumultuoso ela esboça um pedido insistente de acalanto, ela quer colo, necessita urgente de uma faxina geral, almeja respirar os ares novos de um novo tudo, abomina a corrupção sistêmica, traz laivos de esperança em sua face desfigurada.
3.      Dotada de potencial admirável, intuição e bondade extensa, estende seus braços em cruz, olha para o infinito de cada um e grita alto para todos, salvei me filhos amados que já não aguento mais tantas  desfaçatezes juntas para me humilhar e roubar meu sonho de liberdade e bem comum!
4.      Pátria da partilha, da benção farta, da musica, do esforço incomum de suas gentes, da poesia em prosa e versos cantados, do sorriso franco, Da hospitalidade calma, da união cívica, da fé em Deus e na Virgem de Aparecida, o que restou de ti? Quem roubou sua beleza, quem alodaçou seu nome, quem pilhou seu erário não merece de ti um abraço de união.
5.      Sugaram seu sangue quais vampiros da noite fechada, e sobretudo tiraram de Ti, mão extremosa  o potencial e sustentável aluvião do mundo bom das certas certezas empíricas. Mas restou a mecha fumegando no cantinho do coração de seus filhos esparsos por este Brasil Continente.
6.      Somente uma revoada de asas arcanas poderá reverter o insucesso, somente bravos e destemidos lideres, somente 207 milhões de gente sensata  poderão juntos e fortes  te guiar para a Terra da Brasilidade e contigo  realizar seus desígnios sagrados de auto determinação para o bem de todos e felicidade de um novo tempo de paz, harmonia social e crescimento verdadeiro moral, cívico e financeiro!
7.      O mais é cantiga desprovida na realidade, o mais é falácia politica, o mais dá nojo só em pensar que rifaram o Brasil, que usufruíram do erário publico com fome dos infernos! Traidores da nação canarinha, Judas a serviço da maldade. O ralo da história os aguardam, a execração publica os espreita nas urnas soberanas, as ruas clamam pela democracia!
Chaia Alvim Helder


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Brazil, got off with the rigth foot

                                    BRAZIL, GOT  OFF  WITH  THE  RIGTH  FOOT
1.    O Brasil, um pais continente de dimensões que  cabem no sonho latente de liberdade e bem comum de  207 milhões de brasileiros, de riquezas in natura artis, de flora e fauna exuberantes, de serras, mar,  praias, planícies, vales e montanhas, cidades, sertão e interior,  celeiros de grãos, de potencial sustentabilidade econômica e social, de povo lhano, hospitaleiro e batalhador, de fé emoção e razão a flor da pele. De uma miscigenação fabulosa, terra prodiga em amor, compreensão e solidariedade, de inegável esperança de dias melhores para sua prole, que sabe tão bem agregar valores externos, e sobretudo compartilhar seu pão com os demais povos do planeta.
2.   Hoje se vê tomado pela avalanche pavorosa da sua crise sistêmica, moral e conceitual, mas que em determinado momento  percebe em sua intuição peculiar que precisa se mexer, expurgar de seu quadro a politica torta, almeja um novo tudo, transpira em suas veias a  renovação total, grita, geme e chora lágrimas de sangue, carrega sua cruz, mas mesmo alquebrado, falido, destituido de sua legitima democracia, ainda encontra forças, alento e graça no afã da grande renovação nacional.
3.   Ele a duras penas aprendeu que não é um discurso eleitoreiro que vai fazer a diferença primordial, mas sim o senso comum de seu povo. Ele já disse no ano de 2013, presente, passado que seu futuro não vai passar pela mão da demagogia, ele está distinguindo bem os lobos vorazes das verbas publicas, travestidos em peles de ovelhas, ele conhece muito bem os Judas Iscariotes que se macumunaram em proveito próprio ou partidário.
4.   Ele quer afastar o quanto antes esta perniciosa politica de levar vantagem em cima do erário de todos os brasileiros. Ele quer a reforma politica para ontem, a transparências das contas publicas, e acabar com esta mania deletéria de enriquecimento ilícito, Já chega da pilhação destes novos corsários pós modernos da injuria publica.
5.   Na verdade esta velharada politica não está com nada, precisa sim desocupar o trecho e deixar que o novo espirito nacional, baseado nas leis constitucionais e no senso comum empírico norteie de hora em diante seus desgnios de nação nova, arejada e eficaz.
6.   Ele, o Brasil que amamos com todas a veras do nosso coração merece rumos diferentes, gente ciente de suas responsabilidades cívicas, pessoas comprometidas irrestritamente com seu bem comum maior, e não esta corja de aventureiros de plantão, em que tudo o que tocam vira cinzas e para obterem vantagens escusas, corrompem e são corrompidos a torto e a direito e só não quebraram o pais porque o mesmo consegue diluir suas crises em seu solo cor de anil. O Brasil só será grande, livre, solidário e sustentável quando a classe politica for originaria do seio do povo e governar para todos, e a sintonia prevalecer ás querelas partidárias, quando exorcizar  de seu quadro esses e essas que enxovalharam a bandeira nacional e a constituição federativa, quando abrir espaço para as mentes novas, intuitivas e de futuro inquestionável, de lhaneza presente, de passado fundamentado no bem querer da população.


           It is vital to get off on the right foot with Brasilian public relations.

           Deus Salve o Brasil !!!
     
           Abraços de união,

           Chaia Alvim Helder

           Poeta minimalista


           São Paulo, 22/05/2017

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Alpendre Brasil


Alpendre Brasil

1, Gente sensata, o que pensar a respeito da situação brasileira  nesta atualidade surpreendente, e o que dizer que vocês não saibam, então vamos nos " areunir" a moda de Luiz Gonzaga e entoar a musica bela intitulada por ele de Asa Branca, não resta muita alternativa ao povo, pois está refém de uma classe politica totalmente desprovida de moral, civismo, amor pátrio e sem um pingo de senso comum. Um verdadeiro turbilhão de ladroagem pilhou a nação, e nos sentimos como Antonio Conselheiro cercados de todos os lados nesta pós moderna Canudos sitiada.
2. Há quem diga que o decimo sino de réquiem  já foi tocado, e na memoria sem história, nula de prosopopeia ou animismo a outrora brasilidade esboroou e com ela levou junto a esperança de + de 207 milhões de brasileiros afeitos ao otimismo, mas que hoje choram um pranto de sangue na imensa cama coletiva de pregos que a classe politica teceu para eles. Se estou dramatizando que  me corrija, seria bom demais se fosse  delírio insano de minha parte e coisa e tal.
3. O Brasil, rico em recursos naturais, enzimas, matas, montanhas e planícies, um pais dotado de belezas naturais, de gente lhana e trabalhadora, e em determinado momento de sua história proclamou a republica e se viu desgovernada, em estado de sitio, ambicionada pelos pesados impostos, que mal conseguiu ver  menos de meia duzia de seus presidentes terminarem os respectivos mandatos. Destronaram um rei probo e respeitado lá fora, um monarca que por mais de 40 anos esteve a frente dos destinos da nação que amava e respeitava para erigir a Res Publica Federativa.
4. O Brasil ultrapassou 500 anos de vida e cumulou muita história boa, muita prece em seu terreirão iluminado pelo cruzeiro do sul, viu muita gente pisar em seu solo, acompanhou a evolução sistemática do espirito humano, sua busca pelo ouro, suas guerras intestinas e mundiais, e hoje atravessa sob múltiplos pontos de vista uma fase atípica, muitos a querem escatológica. Não podemos olvidar sua raízes lusitanas, seu destemor desbravador, seus feitos de fé seu arrojo ao encarar o novo mundo e tudo o mais.
5. Podemos imaginar   sentimento que tiveram os naturais da terra ao ver gente estranha aportar em suas praias remansas com  suas vestes coloridas, bandeiras e canhões, eles não sabiam  que vieram de muito longe para  tomar posse de suas terras, erigir vilas e cidades, correr atrás do ouro e em pouco mais de  500 anos adiante eles seriam reduzidos a uma população diminuta e cercada pelo progresso sem fim de arranha céus, fabricas, carros movidos a combustível fóssil  e que seu sossego iria acabar.
6. O velho mundo se debatia em crise de aspectos religiosos, e cada nação queria ser a primeira a descobrir novas terras, ora para estabelecer o comercio ultramarino, ora para colonizar e a Igreja Católica viu nestas ações uma oportunidade para estender o Evangelho de Cristo ao novo mundo. E para tanto Deus suscitou Jose de Anchieta, hoje santo canonizado para esta missão no Brasil. E ele se dedicou a ela com afinco surpreendente e se tornou o protetor dos indios contra a cobiça dos colonizadores,
7. E o tempo passou, vieram as capitanias hereditárias, as monções de gente boa, as ambições do poder, muita semente espalhada em solo fertil, as incursões do ouro e diamantes, as vilas erguidas, as cidades que surgiriam posteriormente, cantos, preces, poesias, lagrimas, suores, labutas amanhecidas, injustiças a perder de vista, a escravidão de mãe africa bendita, reis, imperatrizes, barões, escravos, senhores de engenho povoaram este sertão de labor e prece, ferrovias singraram vales, planícies e montanhas, riachos viram o Brasil se separar de Portugal, Pedros segundo e primeiro, depois a republica e a secessão ininterrupta de presidentes, interesses regionais, Canudos sitiada, a velha e a nova republica de garras afiadas.
8. Pois Zé, roubaram o vento das velas da brasilidade quando apearam Pedro II, e apareceram  os generais Deodoro e Floriano, e o cidadão brasileiro começou a sentir na pele o prejuízo de no lugar do pai ficar os padastros medonhos em sua casa, outrora farta e de vida abastada agora de penúria, impostos e ausente de bem comum. E a republica velha tornou-se nova, ditou normas, abriu as portas da democracia, e apodreceu na corrupção sistêmica e não há estadista para tira-la da crise. Avacalhou as instituições e pretendeu derruba-la qual cacho de banana fora de época.
9. Mas, os inimigos do senso comum, que querem-na submissa esquecem que em determinado momento o gigante vai levantar, expulsar os vendilhões e judas iscariotis de seu terreiro para erigir a verdadeira democracia e auto determinação de seu povo, e que 207 milhões de brasileiros serão mais fortes e conscienciosos do que meia duzia de milhares de inconsequentes políticos. Ha quem diga que a nossa realidade  se parece com a era pós terror na França com cabeças rolando e outras prometidas. O Brasil, um pais de promessas exuberantes, hoje decaído de seu SONHO  LATENTE DE LIBERDADE E BEM COMUM, se assemelha aos tribunais de Poncio Pilatos ao direcionar o Justo aos açoites a à ignominiosa crucifixão. Não podemos esquecer que Cristo saiu redivivo do sepulcro ao terceiro dia,.. O Brasil vai despontar feliz com seu povo após esta onda perversa passar, e todos irão sorrir com ele um riso solto de brasilidade.
10. E quando isto se sucederá, mais cedo do que se pensa, mais tarde do que se imagina, será na hora exata que despojar os vendilhões do templo sagrado da republica e eleger o S E N S O  C O M U M  como uma instituição de direito e de fato. Até lá ele vai continuar a comer o pão que esses  diabos de polÍticos estão amassando!!!
Chaia Alvim Helder

quinta-feira, 23 de março de 2017

as polputas mentes x o sensu comum empírico

as polputas mentes x o senso comum empírico

1. E o Brazilzão, mais uma vez manchete internacional, um enorme balaio sem fundo da corrupção sistêmica, gente abocanhando na cara dura o erário de todos com fome de mil dragões, tudo que politico bota a mão vira cinzas, um acinte à nação brasileira e ao seu povo pacato e hospitaleiro,  e a carne tudo indica apodreceu...

2. Espero que o chocolate da páscoa não esteja bichado, rsss, pois a cerveja em Sampa encontra-se também comprometida, ah, ah, ah, será? A endemia não é de hoje, data das naus de Pedro Álvarez Cabral, e fez escola neste pais continente, agora se aprimorou na era on line da alta definição nióbico quântica, a que tudo indica, é a pontinha do fio do novelo,, valha-nos Deus que desgraçados estamos!

3. Uma turma que se utiliza do voto soberano para para si, os seus e partido, com o próposito escuso de amealhar a torto e a direito as verbas publicas. E o bem comum só existe na prosa e verso cantado dos poetas do povo, esparsos pelas ruas, planícies, serras, cidades, vilas e mar, só existe no coração de + de 207 milhões de brasileiros, reféns de uma classe que não representa mais seus anseios de mundo bom.

4. O mais a dissertação monetária é que importa, no entanto a comporta da paciência coletiva está, infelizmente a um passo da emblemática comoção social. Nem direita, nem esquerda vão resolver a situação. Eles, todos eles já tiveram seu tempo e malbarataram a democracia nacional. 
> O poder pelo poder cega, aniquila, e serve aos interesses de gente sem escrúpulos. Foi assim ao longo da história, e o Brasil não foge a regra. E para que, pois ninguém que eu saiba fica para a semente, e no fim da jornada humana, breve ou longa, a todos espera o tribunal inafiançável de Deus.
> 'Na essência, ensina o santo de Hipona, todos somos iguais, e para que o bem comum prevaleça e agracie a todos com sustentabilidade perene, carece do exercício pleno da cidadania, e o respeito às diferenças é o pilar da democracia. Cda um com seu talento e coletivamente somos todos nós. 
> Vamos aplicar a terceirização aos cargos polìticos, sem direitos à aposentadorias, planos de saúde e as benesses absurdas em voga. que tal gente sensata?

5. A única saída viável é o senso comum empírico, que está, graças a Deus entranhado na veia do povo brasileiro. o País está aí a espera dele, almeja um novo tudo, e que as 'polputas' mentes deletérias vão para o diabo que as carregue! O povo brasileiro precisa ser feliz, e o será um dia...

Chaia Alvim Helder

sábado, 18 de fevereiro de 2017

The decline of comum sense

         THE DECLINE OF COMUM SENSE

1.   Há muito tempo que se perde nas brumas da história existiu um reino que se chamava Paina do Cacter Geral situado no hemisfério sul, era rico em recursos naturais, possuía dimensões continentais, de solo fértil, irrigado por rios soberanos, banhado por oceanos, possuía as praias e falésias mais belas do mundo, parecia um paraíso de delicias naturais, vegetação exuberante, de altas serras, onduladas montanhas azuis, um primor de lugar.
2.   Seus habitantes, naturais da terra tinham herdado de seus ancestrais o sonho latente de liberdade, uma ideia entranhada do bem comum maior, eram uma raça audaz e hospitaleira, cordata e simples que encantava a outros povos.
3.   Solidariedade era seu lema, tanto que quando um vizinho ou mesmo alguma aldeia distante carecia de trigo podia está certa que o auxílio vinha quando menos se esperava. Trabalhadores, honestos e de fé viva reportavam ao Criador a abastança em tempo de safra abundante e ao Divino Pai Eterno pediam ajuda na estiagem prolongada.
4.   Tudo era motivo do riso solto, e as efemérides da vida eram sempre motivo de comemoração. Na colheita lá se punham eles a dançar e festejar, nos matrimônios numerosos mais festança e jantarado, nos nascimentos flores, e na hora da travessia de algum ente querido a compunção e as rezas prolongadas.
5.   Muito bem, sonhavam ao amanhecer de olhos abertos despertos e ao anoitecer se reuniam em torno do fogão à lenha embalados que eram pelos contadores de estórias sem fim... e naquela hora que convida à oração abriam suas mentes para seu destino certo de paz e harmonia, amor, camaradagem e bem querer.
6.   O acalanto era seu hino nacional, a sua bandeira motivo de orgulho e admiração, pois retratava a beleza dourada de suas convicções, o verde do eco sistema, planícies e montanhas, o azul de seu céu, o branco de sua paz sem condições. Tudo muito lindo, tudo muito alvissareiro.
7.   Não existia as grandes cidades em seu reino, apenas vilas e povoados entrecortados de paisagens campestres de perder o fôlego e encher a visão de alegria e felicidade de situação. Este reino ao qual me refiro existiu aos quinhentos anos atrás e tinha uma população de 5 milhões de habitantes.
8.   Mas um belo dia, um vento estranho soprou em suas faces e viram gente diferente aportar em suas remansas praias, eles viram a ganancia nos olhos deles, e pouco a pouco, dado a hospitalidade dos habitantes daquele reino, os estranhos seres foram assenhorando-se de seus domínios, e pouco a pouco um movimento contrário se fez sentir, e não correram cinquenta lustros adiante, o declínio do então Reino Paina do Cacter Geral se fez ver a olhos vistos.
9.   Poucos, muitos poucos resistiram, a maioria aquiesceu e saudou o progresso fisiologista dos novos mandatários, ora eleitos pelo voto da maioria, retalharam o reino em estados, e municípios e arquitetaram tributos em forma de impostos. Nas capitais seus filhos vestiram togas, receberam o título de doutores, as tribunas substituíram seus sonhos, as Igrejas deram lugar às tribunas, a luz de neon substituiu o brilho fátuo da lamparina, os valores se tornaram outros. Honra, justiça e bom senso se ausentaram dos corações daquela gente.
10.         Muitos até se abalaram para as recém criadas megalópoles ditas modernas, a quem se esqueceu de seu passado modesto, e depois de muito chão a face daquele reino fora desfigurada e que passava por ele não o reconhecia dado a balburdia de suas tavernas, dado a movimentação financeira de seus átrios, dado a correria insana daquele povo, outrora tão calmo e dono de si, agora elétrico e focado no consumo de bens perecíveis.
11.         Criaram bolsas de valores, bancos, arranha céus, o lucro, o comércio e ninguém era mais conhecido pelo seu nome, apenas número, qual mercadoria em série. Abandonaram o salutar hábito de pensar, de olhar no olho do semelhante, e acreditavam em tudo que os meios de comunicação despejavam a toda hora em sua mente.
12.        Na sua central organização bolaram leis até razoáveis mas deixaram duplas e tripas interpretações, e na sua dúbia maneira de enxergar a realidade desestimularam ações heroicas para focar no ganho e ter fortuna, sucesso e aplausos, mesmo que para tal trapaceassem, claudicassem, burlassem as mesmas leis que outorgaram    a sociedade.
13.         E não pararam por aí, de geração em geração o mais esperto era visto como vencedor, os que cismavam na abstração foram tachados de loucos e armou-se uma espécie de patrulha ideológica em constante vigilância para não deixar mais brotar o bom senso e a elevação de pensamento.
14.         Idearam um tal supremo que não suprema, mas que suprimia os direitos e o senso comum dos habitantes do outrora reino do sonho sonhado. A política não cuidou mais de suas relações exteriores, de sua defesa territorial, nem tão pouco da justa fiscalização de suas contas públicas. Os impostos de elevado teor tributário eram cobrados pontualmente, e quem atrasasse reincidia sobre o tributado, multas exorbitantes. Inventaram o dinheiro de plástico, e quem excedia o limite os juros se tornavam mortíferos e assustadores.
15.         É pois zé, sem falar que os tais impostos arrecadados não voltavam para a população em forma de melhorias, e a corrupção se alastrou naquele reino privilegiando a ‘casta’ dos honoráveis políticos, e se puseram a legislar em causa própria e fatiar a nação em novas sesmarias deixando o povo no apartheid total, sem rumo, voz e vez.
16.            E se me perguntarem o que aconteceu com o destino daquele povo digo     sim que um dia foram as ruas, e no outro começou uma tremenda comoção social em detrimento da paz sonhada, do sonho de liberdade, do desejo de bem comum! E a reserva de generosidade e heroísmo se esvaiu qual bolha de sabão empurrada pelo vento.
17.         A prudência e a paciência de outrora esboroaram-se, as aventuras emocionais, e a irracionalidade tomaram quase por completo a mente e as ações daqueles habitantes, outrora obsequiosos de suas tradições, costumes e cônscios de sua cidadania e bem comum.
18.         A corrupção sistêmica na malha política roubou deles seu sonho de liberdade e   auto - determinação, anestesiou seus valores de honra e civismo, e afastou quase que definitivamente de seu horizonte a esperança de dias melhores para sua prole. Mas vi que ainda não haveria a derrocada total, pois no olhar daquela gente pude perceber que a saudade de antanho persistia encrustada em suas almas, que a vontade de fazer as coisas certas dormitava em seus corações sensatos e em determinado momento iriam olhar coletivamente para dentro de si e soltar um basta do tamanho de seu sonho latente de bem comum
19.         Para meu alivio acordei, fora um pesadelo e tanto... passei a anotar para compartilhar aos meus chegados, de mesa, prosa e bar... será?! Qualquer noite destas talvez volte a sonhar de novo, Deus o queira, espero que seja para ver que aquele Reino do Carácter Geral tenha acertado o prumo, exorcizado a política maléfica, realizado as reformas de cunho constitucional para a felicidade de seu povo e para o bem comum maior de um novo tempo de abastança, sustentabilidade moral e cívica, que estas rimas e outras o digam!
Chaia Alvim Helder