sábado, 18 de fevereiro de 2017

The decline of comum sense

         THE DECLINE OF COMUM SENSE

1.   Há muito tempo que se perde nas brumas da história existiu um reino que se chamava Paina do Cacter Geral situado no hemisfério sul, era rico em recursos naturais, possuía dimensões continentais, de solo fértil, irrigado por rios soberanos, banhado por oceanos, possuía as praias e falésias mais belas do mundo, parecia um paraíso de delicias naturais, vegetação exuberante, de altas serras, onduladas montanhas azuis, um primor de lugar.
2.   Seus habitantes, naturais da terra tinham herdado de seus ancestrais o sonho latente de liberdade, uma ideia entranhada do bem comum maior, eram uma raça audaz e hospitaleira, cordata e simples que encantava a outros povos.
3.   Solidariedade era seu lema, tanto que quando um vizinho ou mesmo alguma aldeia distante carecia de trigo podia está certa que o auxílio vinha quando menos se esperava. Trabalhadores, honestos e de fé viva reportavam ao Criador a abastança em tempo de safra abundante e ao Divino Pai Eterno pediam ajuda na estiagem prolongada.
4.   Tudo era motivo do riso solto, e as efemérides da vida eram sempre motivo de comemoração. Na colheita lá se punham eles a dançar e festejar, nos matrimônios numerosos mais festança e jantarado, nos nascimentos flores, e na hora da travessia de algum ente querido a compunção e as rezas prolongadas.
5.   Muito bem, sonhavam ao amanhecer de olhos abertos despertos e ao anoitecer se reuniam em torno do fogão à lenha embalados que eram pelos contadores de estórias sem fim... e naquela hora que convida à oração abriam suas mentes para seu destino certo de paz e harmonia, amor, camaradagem e bem querer.
6.   O acalanto era seu hino nacional, a sua bandeira motivo de orgulho e admiração, pois retratava a beleza dourada de suas convicções, o verde do eco sistema, planícies e montanhas, o azul de seu céu, o branco de sua paz sem condições. Tudo muito lindo, tudo muito alvissareiro.
7.   Não existia as grandes cidades em seu reino, apenas vilas e povoados entrecortados de paisagens campestres de perder o fôlego e encher a visão de alegria e felicidade de situação. Este reino ao qual me refiro existiu aos quinhentos anos atrás e tinha uma população de 5 milhões de habitantes.
8.   Mas um belo dia, um vento estranho soprou em suas faces e viram gente diferente aportar em suas remansas praias, eles viram a ganancia nos olhos deles, e pouco a pouco, dado a hospitalidade dos habitantes daquele reino, os estranhos seres foram assenhorando-se de seus domínios, e pouco a pouco um movimento contrário se fez sentir, e não correram cinquenta lustros adiante, o declínio do então Reino Paina do Cacter Geral se fez ver a olhos vistos.
9.   Poucos, muitos poucos resistiram, a maioria aquiesceu e saudou o progresso fisiologista dos novos mandatários, ora eleitos pelo voto da maioria, retalharam o reino em estados, e municípios e arquitetaram tributos em forma de impostos. Nas capitais seus filhos vestiram togas, receberam o título de doutores, as tribunas substituíram seus sonhos, as Igrejas deram lugar às tribunas, a luz de neon substituiu o brilho fátuo da lamparina, os valores se tornaram outros. Honra, justiça e bom senso se ausentaram dos corações daquela gente.
10.         Muitos até se abalaram para as recém criadas megalópoles ditas modernas, a quem se esqueceu de seu passado modesto, e depois de muito chão a face daquele reino fora desfigurada e que passava por ele não o reconhecia dado a balburdia de suas tavernas, dado a movimentação financeira de seus átrios, dado a correria insana daquele povo, outrora tão calmo e dono de si, agora elétrico e focado no consumo de bens perecíveis.
11.         Criaram bolsas de valores, bancos, arranha céus, o lucro, o comércio e ninguém era mais conhecido pelo seu nome, apenas número, qual mercadoria em série. Abandonaram o salutar hábito de pensar, de olhar no olho do semelhante, e acreditavam em tudo que os meios de comunicação despejavam a toda hora em sua mente.
12.        Na sua central organização bolaram leis até razoáveis mas deixaram duplas e tripas interpretações, e na sua dúbia maneira de enxergar a realidade desestimularam ações heroicas para focar no ganho e ter fortuna, sucesso e aplausos, mesmo que para tal trapaceassem, claudicassem, burlassem as mesmas leis que outorgaram    a sociedade.
13.         E não pararam por aí, de geração em geração o mais esperto era visto como vencedor, os que cismavam na abstração foram tachados de loucos e armou-se uma espécie de patrulha ideológica em constante vigilância para não deixar mais brotar o bom senso e a elevação de pensamento.
14.         Idearam um tal supremo que não suprema, mas que suprimia os direitos e o senso comum dos habitantes do outrora reino do sonho sonhado. A política não cuidou mais de suas relações exteriores, de sua defesa territorial, nem tão pouco da justa fiscalização de suas contas públicas. Os impostos de elevado teor tributário eram cobrados pontualmente, e quem atrasasse reincidia sobre o tributado, multas exorbitantes. Inventaram o dinheiro de plástico, e quem excedia o limite os juros se tornavam mortíferos e assustadores.
15.         É pois zé, sem falar que os tais impostos arrecadados não voltavam para a população em forma de melhorias, e a corrupção se alastrou naquele reino privilegiando a ‘casta’ dos honoráveis políticos, e se puseram a legislar em causa própria e fatiar a nação em novas sesmarias deixando o povo no apartheid total, sem rumo, voz e vez.
16.            E se me perguntarem o que aconteceu com o destino daquele povo digo     sim que um dia foram as ruas, e no outro começou uma tremenda comoção social em detrimento da paz sonhada, do sonho de liberdade, do desejo de bem comum! E a reserva de generosidade e heroísmo se esvaiu qual bolha de sabão empurrada pelo vento.
17.         A prudência e a paciência de outrora esboroaram-se, as aventuras emocionais, e a irracionalidade tomaram quase por completo a mente e as ações daqueles habitantes, outrora obsequiosos de suas tradições, costumes e cônscios de sua cidadania e bem comum.
18.         A corrupção sistêmica na malha política roubou deles seu sonho de liberdade e   auto - determinação, anestesiou seus valores de honra e civismo, e afastou quase que definitivamente de seu horizonte a esperança de dias melhores para sua prole. Mas vi que ainda não haveria a derrocada total, pois no olhar daquela gente pude perceber que a saudade de antanho persistia encrustada em suas almas, que a vontade de fazer as coisas certas dormitava em seus corações sensatos e em determinado momento iriam olhar coletivamente para dentro de si e soltar um basta do tamanho de seu sonho latente de bem comum
19.         Para meu alivio acordei, fora um pesadelo e tanto... passei a anotar para compartilhar aos meus chegados, de mesa, prosa e bar... será?! Qualquer noite destas talvez volte a sonhar de novo, Deus o queira, espero que seja para ver que aquele Reino do Carácter Geral tenha acertado o prumo, exorcizado a política maléfica, realizado as reformas de cunho constitucional para a felicidade de seu povo e para o bem comum maior de um novo tempo de abastança, sustentabilidade moral e cívica, que estas rimas e outras o digam!
Chaia Alvim Helder









sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Rimas de um poeta mínimo ou 365 dias de poemas empiricos: THE DECLINE OF COMUM SENSE

Rimas de um poeta mínimo ou 365 dias de poemas empiricos: THE DECLINE OF COMUM SENSE: THE DECLINE OF COMUM SENSE 1.    Há muito tempo que se perde nas brumas da historia existiu um reino que se chamava Paina do Cácter Ger...

THE DECLINE OF COMUM SENSE

THE DECLINE OF COMUM SENSE

1.   Há muito tempo que se perde nas brumas da historia existiu um reino que se chamava Paina do Cácter Geral. situado no hemisfério sul,  era rico em recursos naturais, possuía dimensões continentais, de solo fértil, irrigado por rios soberanos, banhado por oceano,  possuía as praias e falésias mais belas do mundo, parecia um paraíso de delicias naturais, vegetação exuberante, de altas serras, onduladas montanhas azuis, um primor de lugar.
2.   Seus habitantes, naturais da terra tinham herdado de seus ancestrais o sonho latente de liberdade, uma ideia entranhada do bem comum maior, eram uma raça audaz e hospitaleira, cordata e simples que encantava a outros povos.
3.   Solidariedade era seu lema, tanto que quando um vizinho ou mesmo alguma aldeia distante carecia de trigo podia está certa que o auxilio vinha quando menos se esperava. Trabalhadores, honestos e de fé viva reportavam ao Criador a abastança em tempo de safra abundante e pediam o auxilio divino na estiagem prolongada.
4.   Tudo era motivo do riso solto, e as efemérides da vida eram sempre motivo de comemoração. Na colheita lá se punham eles a dançar e festejar, nos matrimônios numerosos mais festança e jantarado, nos nascimentos flores, e na hora da travessia de algum ente querido a compunção e as rezas prolongadas.
5.   Muito bem, sonhavam ao amanhecer de olhos abertos despertos e ao anoitecer se reuniam em torno do fogão à lenha embalados que eram pelos contadores de estórias sem fim... e naquela hora que convida à oração abriam suas mentes para seu destino certo de paz e harmonia,
amor, camaradagem e bem querer.
6.   O acalanto era seu hino nacional, a sua bandeira motivo de orgulho e admiração, pois retratava a beleza dourada de suas convicções, o verde do eco sistema, planícies e montanhas, o azul de seu céu, o branco de sua paz sem condições. Tudo muito lindo, tudo muito alvissareiro.
7.   Não existia as grandes cidades em seu reino, apenas vilas e povoados entrecortados de paisagens campestres de perder o fôlego e encher a visão de alegria e felicidade de situação. Este reino do qual me refiro existiu aos quinhentos anos atrás e tinha uma população de 5 milhões de habitantes.
8.   Mas um belo dia, um vento estranho soprou em suas faces e viram gente diferente aportar em suas remansas praias, eles viram a ganancia nos olhos deles, e pouco a pouco, dado a hospitalidade dos habitantes daquele reino, os estranhos seres foram assenhorando-se  de seus domínios, e pouco a pouco um movimento contrário se fez sentir, e não correram cinquenta  lustros adiante o declínio do então reino de  Paina do Cácter Geral se fez ver a olhos vistos.
9.   Poucos, muitos poucos resistiram, a maioria aquiesceu e saudou o progresso fisiologista dos novos mandatários, ora eleitos pelo voto da maioria, retalharam o reino em estados, e municípios e arquitetaram tributos em forma de impostos. Nas capitais seus filhos vestiram togas, receberam o titulo de doutores, as tribunas substituíram seus sonhos, as Igrejas deram lugar às tribunas, a luz de neon substituiu o brilho fátuo da lamparina, os valores se tornaram outros. Honra, justiça e bom senso se ausentaram dos corações daquele gente.
10.                Muitos até se abalaram para as recém criadas megalópoles ditas modernas, a quem se esqueceu de seu passado modesto, e depois de muito chão a face daquele reino fora desfigurada e que passava por ele não o reconhecia dado a balburdia de suas tavernas, dado a movimentação financeira de seus átrios, dado a correria insana daquele povo, outrora tão calmo e dono de si, agora elétrico e focado no consumo de bens perecíveis.
11.                Criaram bolsas de valores, bancos, arranha céus, o lucro, o comércio e ninguém era mais conhecido pelo seu nome, apenas numero, qual mercadoria em série. Abandonaram o salutar hábito de pensar, de olhar no olho do semelhante, e acreditavam em tudo que os meios de comunicação despejavam a toda hora em sua mente.
12.               Na sua central organização bolaram leis até razoáveis mas deixaram duplas e tripas interpretações, e na sua dúbia maneira de enxergar a realidade desestimularam ações heroicas para focar no ganho e ter fortuna, sucesso e aplausos, mesmo que para tal tenham que trapacear, claudicar e burlar as mesmas leis que idearam para a sociedade.
13.                E não pararam por aí, de geração em geração o mais esperto era visto como vencedor, os que cismavam na abstração foram tachados de loucos e armou-se uma espécie de patrulha ideológica em constante vigilância para não deixar mais brotar o bom senso e a elevação de pensamento.
14.                Idearam um tal supremo que não suprema, mas que suprimia os direitos e os senso comum dos habitantes do outrora reino do sonho sonhado. A politica não cuidou mais de suas relações exteriores, de sua defesa territorial, nem tão pouco da justa fiscalização de suas contas publicas. Os impostos de elevado teor tributário eram cobrados
Pontualmente, e que atrasasse reincidia sobre o tributado multas exorbitantes. Inventaram o dinheiro de plástico, e que excedia o limite os juros se tornavam mortíferos e assustadores.
15.                É pois zé sem falar que os tais impostos arrecadados não voltavam para a população em forma de melhorias, e a corrupção se alastrou naquele reino privilegiando a ‘ casta’ dos honoráveis políticos, e se puseram a legislar em causa própria e fatiar a nação em novas sesmarias deixando o povo no apartheid total, sem rumo, voz e vez. A prudencia, a paciência de outrora esboroou-se e em seu seu lugar apareceram as aventuras emocionais e a irracionalidade tomou conta quase  por completo daquele reino e de seus habitantes. A corrupção sistema se alastrou pela malha politica alijando de vez o salutar senso comum e a auto determinação daquela gente. 


E se me perguntarem o que aconteceu com o destino daquele povo digo sim que um dia foram as ruas, e no outro começou uma tremenda comoção social em detrimento da paz sonhada, do sonho de liberdade, do desejo bem comum!
16.                Para meu alivio acordei, foi um pesadelo e tanto... e passei a anotar para compartilhar aos meus chegados, de mesa, prosa e bar... será?!
Chaia Alvim Helder







quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Rimas de um poeta mínimo ou 365 dias de poemas empiricos: There is a spirit of pig

Rimas de um poeta mínimo ou 365 dias de poemas empiricos: There is a spirit of pig:                                         ( THEY HAVE SUCH A NEGATIVE ATTITUDE) 1.         Gente sensata, a situação está tensa por aqu...

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

O EPISODIO CAPIXABA EM O MAL DE CACTER

O episódio Capixaba em
             a solidariedade, a quanto andas?
O MAL DE CACTER,,,

1.    E se estiver errado que me corrijam, se certo me ajudem! Solidarizem-se por favor com os PMS  e sua sofridas famílias espirito santenses. É questão de justiça. Hoje, eles os grandes preteridos do estado patrão. Encrustado em sua ‘ casta’ inacessível aos demais da sociedade, esse mesmo mega poder politico a que tudo indica privilegia seus interesses e de seus afiliados num fisiologismo descarado e olvida os anseios dos servidores públicos. Haja vista a semana sobressaltada porque passou o Estado do Espirito Santo.  Não esqueçamos, gente sensata, que amanhã estaremos  nós na alça de mira da classe que se chama: politica, visse. será o russeio da gargulina e a desaprecatação nacional subserviente para + de 207 milhões de brasileiros.
2.   A relação estado x sociedade tem que ser discutido, mecanismos da greve envolvendo servidores públicos tem que serem sancionados, responsabilidades dos governantes tem a máxima urgência em sua revisão simétrica e ampla. Não é justo a uma democracia, um estado plenipotenciário que fere direitos e não redige obrigações claras.
3.   O que assistimos estarrecidos que a classe politica padece em sua maioria de um mal de cacter, e o bem comum não faz parte essencial de sua nomenclatura, e na sua ânsia louca  de poder e dinheiro o povo não entra. Em sua aparente austeridade fiscal dribla os cidadãos, precifica as contas publicas, elege seus salários, protege sua corporação. Enfim, vive num faz de conta, enquanto a conta bancária deles está recheada, e há quem acumule denuncias do ministério publico, condenações espedidas e processos de invejar Al Capone. Enquanto seus servidores amargam uma situação financeira aflitiva, eles os donos empolados do poder divulgam seus ‘feitos’ na mídia, extensa e alto sonante.
4.   Enquanto do lado os cidadãos e cidadãs  estão  sem vintém, com contas atrasadas, sem rumo, norte e esperança, em tudo e por tudo em suas ações desrespeitam o povo, as instituições democráticas e o estado de direito. A economia vai mal, a saúde precárias, as escolas abandonadas ao léu, a segurança frágil e a nação brasil parece não saber para onde vai, a que veio, e fecha suas perolas em concha e se esqueceu de seu destino.
5.   A sua não representatividade é crassa, e entre eles soltam um riso de sarcasmo, em seu leito as benesses  escusas se acumulam sem hora de acabar, hajam juízes Moros e ministério publico! Gente sensata, não é possível, é inconstitucional, enquanto se regalam com salários altos, privilégios, boa vida a custa do erário de todos, os outros brasileiros com poucos recursos, escassos sonhos, vão morrendo à mingua e perdeu a conta de tantos políticos corruptos, uma chusma deles!
6.   Onde esta situação vai desembocar? Não sei ao certo, se não houver asas arcanas soprando ventos legítimos da renovação nacional, afastando de vez este fisiologismo cruel, vamos parar  no abismo da comoção social, em detrimento de uma nação em potencial esplendida, no momento no seu esboroamento quase que esacatológico. Valha- nos Deus!
            Chaia Alvim Helder



o algoz contra o povo

               O algoz contra o povo
1.       O noticiário sobre a crise da segurança no Estado do Espirito Santo deu manchetes e noticias varando dia, noite e a semana inteira. Muito se falou, muito se viu e nada foi resolvido. Na verdade a revisão dos salários  dos servidores naquele importante estado da federação já se arrasta por quatro anos sem solução, diálogo e propostas convincentes por parte do governo de Paulo Hartung do PMDB não apareceram, e deu no que deu, empurrando a sociedade capixaba para um caos na segurança, saques e assassinatos. De quem é a responsabilidade? Nem preciso dizer que os direitos humanos esboçam uma representação na corte internacional. E que o mínimo de direitos dos servidores fora negado peremptoriamente, e eles continuam com uma defasagem salarial de estarrecer a sociedade capixaba.
2.       A pergunta que salta aos olhos, mesmo de leigos no assunto o porque de tudo isto? Qual o fim proposto por um governo que não atenta  para a maioria. O projeto de austeridade do governador Hartung data de sua campanha eleitoral, mas ninguém sabia que fritaria os servidores na frigideira inconsequente de seu autoritarismo absurdo. Tanto quanto eu saiba a democracia é o governo do povo, pelo povo e para o bem do povo, isso não está acontecendo atualmente.
3.       Será que no Brasil não existe um órgão regulador para fiscalizar as contas do governo e ver a quanto anda a administração legada pelo voto soberano. A não ser assim nega-se o mínimo constitucional aos seus cidadãos e cidadãs, os mesmos que recolhem impostos e movimentam a economia nacional.
4.       Diferente de outros estados como o RJ, MG E RS, é notório e publico que o superávit fiscal no Es está em dia, e se as contas publicas forem de conhecimento geral verão o qual e verdadeira esta afirmação. Transparência é o que os capixabas mais precisam neste momento de quase comoção social. A não ser assim rasgue-se a constituição e assuma-se um estado totalitário aos moldes de outrora.
5.       Enfim disse o que disse na expressão livre de opinar amparado no direito consuetudinário e com todo respeito divirjo da fala do Exmo  Sr. Ministro Jungman, da postura do governo de Paulo Hartung em face da crise gerada no Estado do Espirito Santo, e na ausência completa de diálogo com os PMS  e suas famílias. A sociedade vai cobrar de sua administração não dividendos políticos, mas a verdade dos fatos, se vai hein?
6.       Tão bom seria que neste cenário de caos e comoção social esboçada surgissem juristas de notório saber, preparo e inteligência com suas teses de bem comum, para na pratica sanar estas aleivosias do poder, máxime no que tange à situação dos servidores públicos do querido Estado do Espirito Santo. Ações jurídicas estas, já consagradas pelo direito constitucional que na verdade precisam urgentemente se transformarem em atos puros de cidadania.
7.       Não é possível que um estado tão belo, promissor, hospitaleiro seja nocauteado implacavelmente por uma politica mal direcionada, que deveria governar para todos e não o faz exatamente. Seria o quadro do velho do restelo transportado 500 anos depois para o chão Espirito - Santense? – “ Oh vã honra de mandar que se chama fama” E as ruas soberanas do Espirito Santo parecem fazer eco a tal proposição: - ‘ oh fatídica decisão dos mandatários do poder que oprime seus servidores e os demite de suas funções pelo fato de reivindicarem o pão deles de cada dia e condições melhores de trabalho  e amparo para sua prole!
8.       – ‘ Oh politica errônea e equivocada que não une, mas divide seu povo, oh falha na condução do bem comum, o total ausência de senso critico, oh fome de mil dragões das verbas publicas, oh tudo, oh! Nada ao mesmo tempo, oh orfandade constitucional Será que por acaso esses e essas do topo da pirâmide vão ficar para semente?
Chaia Alvim Helder


domingo, 12 de fevereiro de 2017

2 pesos e estranhas medidas da politica brasileira

              2 pesos e estranhas medidas da politica brasileira

1.       O intuito destas linhas que ora se delineiam aos seus olhos, não é polemizar a respeito dos episódios no estado do Espirito Santo quando os militares  cruzaram  os braços para reivindicar justos salários e melhores condições de trabalho, apoiados que foram por suas esposas, filhos e toda a sua famílias. A sociedade capixaba entendeu apesar de se sentir sem proteção, e tal greve se arrasta por sete longos dias deixando a todos em polvorosa. A chaga fora aberta, e invariavelmente tais pretensões salariais não tiveram reciprocidade junto ao governo de Paulo Hartun. Sem consenso entre as partes a situação se prolonga desgastando a ordem institucional e mostrando quão frágeis estão as esferas do poder.
2.       Redigi algumas ponderações que compartilho consigo em forma de interação augurando uma solução cabal e perene no que tange à segurança naquele importante e simpático estado da federação. Gosto de lá, admiro o jeito simples do povo capixaba, sua intuição religiosa, sua forma de viver, sua hospitalidade, sua alegria franca e de bem com a vida.
3.       Nem tudo são flores, mar, sol e montanhas no meu querido Espirito Santo, pois veio à tona a dificuldade financeira que assola a classe militar com seus baixos proventos. O salario mais baixo do pais auferem por lá a policia militar e civil, e quando estes heroicos profissionais batem à porta do patrão estado recebem um não categórico como resposta, mesmo quando as esposas reagem dentro da lei e da ordem não recebem a oportunidade de um dialogo franco com as autoridades legitimamente constituídas.
4.       Não é de hoje que pincelo neste blogger mínimo a possibilidade de uma comoção social sem precedentes na republica federativa do brasil, e laivos dela se apresenta hoje solerte na amurada do governo capixaba. Ele parece não atentar para a gravidade da situação, pois falta um dois para se estender para outras partes do pais continente, quiçá uma reação análoga espreita o seu vizinho estado Fluminense, e queira Deus que esta imensa osmose coletiva não se alastre, e encontre uma solução pacifica e cabal na união de esforços e compreensão por parte do planalto central.
5.       Estiveram lá ministro da defesa, procurador geral e não levaram em sua pasta os acordos necessários para por fim a esta situação aflitiva. Na verdade, embora a situação de aperto financeiro seja uma realidade nacional, poderiam muito bem acordar, ouvir e deliberar em prol de uma classe essencial a sociedade, sem a qual o caos se estabelece e a bandidagem prolifera e cerceia  a liberdade do cidadão de bem, que cumpre seus deveres e paga muito bem seus impostos.
6.       A classe politica brasileira, em sua maioria tornou-se uma ‘ casta privilegiada’ ciosa de seu mando, e parece querer legislar em causa própria, díspar seus anseios de poder tornaram-se gritantes. Como sói acontece no brasil seus salários estão bem acima do suportável, na sua aparente austeridade fiscal esquecem que os servidores tem família, responsabilidades e funções no front da segurança.
7.       Um estado plenipotenciário de seus impostos, e que muitas das vezes não devolvem as verbas amealhadas em forma de benfeitorias a população, e o estado do Espirito Santo não foge à regra perversa, e deixa por exemplo seus militares a ver navios, enquanto exigem deles uma super força de dedicação, um juramento robótico e sem lastro em suas vidas de cidadão brasileiros de farda e ônus quase insuportável.
8.       É hora gente sensata, que ocupam cargos de direção, políticos sufragados pelo voto popular, detentores da missão de governar para todos, inclusive para seus policiais, reserva de segurança, e protetores da sociedade.
9.       Não é justo uns com tantos privilégios, regalados com salários altos, e outros na escassez quase completa de seus salários baixos, amargando uma situação apertada, parece que retrocedeu-se a Roma antiga dos césares, e falta pouco para o ‘panem e circenses’ da turba multa  tornarem a nua e crua realidade nacional brasileira.
10.   E se você se dispuser comigo a puxar o fio da meada vai ver que que a classe politica trata os seus assuntos de verba com dois pesos e estranhas medidas, aos militares, professores e servidores  por exemplo as migalhas e aos fundos partidários exorbitantes quantias! Se estiver equivocado que me corrija, se estiver certo me ajude, solidarize-se  com a classe militar do Estado do Espirito Santo. Hoje são eles os grandes preteridos do estado patrão, amanha seremos todos nós cidadãos e cidadãs brasileiros em numero de 207 milhões de habitantes.

Chaia Alvim Helder
Poeta minimalista

São Paulo, 12/02/2017

sábado, 11 de fevereiro de 2017

There is a spirit of pig


                                        ( THEY HAVE SUCH A NEGATIVE ATTITUDE)

1.        Gente sensata, a situação está tensa por aqui, ou melhor no Estado do Espirito Santo com os últimos acontecimentos desses dias sombrios e inseguros. Analisando o movimento vemos um governo que endureceu com os militares e parece não querer ouvir os anseios desta classe laboriosa e imprescindível para a segurança da população.

2.       Vem cá, não entendo a ‘ lógica ‘ do Exmo. Sr. Governador Paulo  Hartung, pois a que fim serve a arrecadação dos impostos? Um dos itens fundamentais é a segurança pública e seus viés de proteção e bem estar do povo,  ao qual o elegeu nas urnas soberanas. E no quadro atual a menina dos olhos de qualquer governante, cioso do bem comum, é zelar pelo ir e vir de todos, pela manutenção da ordem e da vigilância constante de cada palmo de seu perímetro de jurisdição constitucional.

3.       Ademais um diálogo constante com os servidores públicos, premiações legitimas pelo seu bom desempenho faz parte de uma  democracia  viva e atuante. Agora fechar-se em sua opinião e não querer ouvir os anseios justos, principalmente no que tange ás suas remunerações poderá levar a sociedade a um caos programado a uma tensão social, e ultima análise dar sorte para o azar, com sói aconteceu e está acontecendo em Vitória do Espirito Santo e poderá espalhar para o Brasil como um rastilho de pólvora. Que Deus nos acuda, o Pai, o Filho e Divino Espirito Santo!

4.       O impasse, ao que parece continua nas ultimas atualizações da mídia, e as reivindicações das esposas dos militares por melhores condições de trabalho e salário, não tiveram êxito junto as autoridades, pasmem vocês, leitores (as) deste blogger mínimo. E elas permanecem lá no front e afirmam 'a não representatividade das Associações'.  Quem perde é o povo, os jovens, adultos, o próprio comercio. Esta disfunção politica vai gerar uma chaga profunda na alma e corpo do Capixaba, tão afeito a hospitalidade, a sua maneira simples de viver e encantar os turistas que frequentam suas praias e montanhas, suas cidades e campo.

5.       Na linha de frente da segurança nacional estão os militares em todos os estados da federação brasileira, e se eles se ausentam das ruas, acontece o que aconteceu, e a massa acorre aos saques, deplorável atitude não digna do carácter lhano de uma nação. De que adianta criticar os maus políticos  e sua fome ávida de verbas publicas,  pois á menor oportunidade estes mesmos pés e mãos vão angariar sôfregos e sôfregas bens de consumo que não lhes pertencem. Até o Sr. Ministro da defesa deu os ares da graça poe lá!

6.       Muito me admira neste tempo on line da comunicação que não surjam juristas de brio e cônscios do Bem Comum Maior inerente a mais de 207 milhões de brasileiros para com sua arguta inteligência elaborar  teses, que na pratica protejam aqueles e aquelas que dão a vida diariamente , se preciso for, em prol da sociedade. Se a policia se ausenta, a violência crassa esparrama medo e mortes. E de repente a gente se dá conta que fica refém da bandidagem.

7.       O Brasil um pais de dimensões continentais, de sonho latente de progresso e auto determinação, de povo pacato, lhano e otimista, de riquezas in natura artis, que basta a si mesmo, que acolhe outros povos de igual para igual, hoje se vê consternado, amedrontado e sem direção segura, e especificamente no estado do meu querido Espirito Santo, um governo que está em queda de braço com seu aliado e cidadão capixaba vestido de farda, que só quer melhores condições de trabalho, melhor remuneração para cuidar de sua prole e desenvolver seu talento.

8.       Será que o Sr. Hartung, dignissimo governador do importante Estado do Espirito Santo não enxerga esta realidade? E se pretende continuar sua trajetória politica no próximo preito eleitoral, deveria com diplomacia, consenso e gosto pensado se atentar para a justa reivindicação de seus servidores, máxime de seus militares. “Vis unita fit fortio”, o adágio da Roma Altiva, personificada na pessoa do Senador Cicero vem a propósito, e estoutra: ‘ Quo usque tandem ( estado) abutere patientia nostra  (de seu povo)!                                                                                            A t é  q u a n  d o,  o  h  ! e s t ad o  a b u s a r á   d  a    p a c i e n c i a   d  e   s  e  u   p o v o ? !

Chaia Alvim Helder

São Paulo, 11/02/2017