sexta-feira, 15 de julho de 2016

Nice sobressaltada em l'ennemi invisible et un sursaut de peur

          L' ennemi invisible et un sursauter de peur

            _   N i c e   s o b r e s s a l t a d a ! ! !  _     

1.      Nice, situada na Riviera Francesa, um lugar aprazível na costa do mar mediterrâneo sofreu na noite desta quinta feira dia 14 de julho um atentado, a que tudo indica de carácter extremista quando mais de 80 pessoas foram atropeladas e mortas. Um caminhão dirigido por um argelino saiu vitimando pessoas, atitude de estarrecer mais uma vez o mundo civilizado.
2.    Aliás essas duas primeiras décadas do século 21 estão carregando  o sinete do mal em escala global, nenhum lugar é seguro, e a qualquer hora surgem as noticias tristes do terror e sua face medonha, mortífera, intolerante que em nome de uma crença mal interpretada carrega em seu bojo a noticia certeira da morte.
3.    Nice, outrora Nicéia, berço do símbolos dos apóstolos, bela, hospitaleira a 5ª cidade mais importante da França, polo de turismo, com temperatura agradável o ano inteiro nunca poderia imaginar ser alvo desta crueldade inominável. Ela hoje chora seu pranto de dor, pois mais de 80 pessoas foram mortas por um celerado ao volante de um caminhão...
4.    Nice amanheceu de bem com a vida naquele dia de verão espetacular, o colorido do seu céu parecia antever mais um dia de alegria no praia mar de sua encosta, gaivotas sobrevoavam em rasantes seu cais e tudo o mais. Mal suspeitava ela que o pior, o horror, o terror iria acontecer, e deixar marcas do mal em suas ruas, e na alma de seu povo pelas mãos sanguinárias de um franco tunisiano.
5.     Ela comemorava o aniversário da queda da Bastilha, e pensando no seu ideal de ‘liberdade,’ se viu refém do medo, da morte e destruição. Opiniões à parte, é hora do abraço incondicional de solidariedade, de pêsames sentidos, e que este momento estarrecedor possa trazer a lição da vigilância ao povo Francês tão aberto à acolhida, tão cioso de sua livre expressão e com tino capaz de superar este momento difícil e acordar, se levantar  e preparar a contra ofensiva. ( ‘Se vis pacem , para bellum,’ Winston Churchil)
6.    Na verdade, os dirigentes mundiais deveriam abrir os olhos para esta realidade, pois grupos extremistas estão aí fazendo proselitismo, aproveitando um mundo que desistiu da luta e dos valores perenes e transcendentais, de um mundo que endeusou a matéria efêmera, e que assisti boquiaberto a escalada do terror, que vem  manipulando  gerações de jovens para sua causa de morte e destruição.
7.    A Europa que detém tanto conhecimento, que se comunica em tempo real, que mantém alianças com os EUA, bem que poderia se preparar melhor e enfrentar esta guerra suicida com olhos de lince. O alvo quase sempre do E.I foca cidadãos civis sem chance de reação. Já foi o tempo que potencias se enfrentavam em campo de guerra, hoje não ela está mais sofisticada, diabólica, psicológica literalmente a era do inimigo invisível, que somente uma aliança com as forças invisíveis do bem poderá sobrepujas esta hora das trevas em ebulição.
8.    É preocupante, e a escalada não vai parar, é importante frisar que ainda dá tempo de cortar o mal pela raiz, se houver uma união conjunta das nações, se não, a intenção e a ação articulada destes grupos já conhecidos, vão fazer desaparecer do mapa muitos países da Europa, à moda do Líbano cristão que hoje se desfigurou enquanto nação, a Europa poderá perder também sua identidade e  auto determinação.
9.    Há muito que a ficção fora superada pela nua e crua realidade mundial, mal acaba um atentado começa outro, e outros, somente um poder do mal preternatural pode estar por trás disso, e ele tem nome: anjo decaído, mas... mas... o Altíssimo Senhor detém o tempo e a historia em suas mãos, e chegará a hora arcana em que suas ordenações divinas vingarão a honra esfacelada, e na Terra dos Homens , uma brisa salutar e benfazeja soprará tanto em Nice enlutada como em toda a parte do globo terrestre os ventos favoráveis de um novo tempo de paz e harmonia universais.
Chaia Alvim Helder


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