terça-feira, 25 de agosto de 2015

sob o signo de C.S.Lewis

         Sob o signo de C.S.Lewis
1. Hoje trouxe a vocês  uma metáfora que achei  interessante e convincente, vamos analisar junto o pensamento do gênio C.S.Lewis, um homem sábio, ensaísta e um apologista de primeira linha, que pinta com as palavras e fala ao nosso coração, apesar de distante de nós deixou escrito perolas de sumido valor, entre outros é de sua autoria as crônicas de Nárnia.

2. ‘... Porque era assim que a humanidade devia ser de acordo com o plano divino: como os músicos de uma única orquestra, como os órgãos de um único corpo.  O problema real da vida cristã aparece onde as pessoas normalmente não o procuram. Ele aparece no instante em que você acorda cada manhã. Todos os desejos e esperanças para o dia correm com animais selvagens. E a primeira tarefa de cada manha consiste simplesmente em empurra-los todos para trás, em dar ouvidos a outra voz, tomando aquele outro ponto de vista, deixando aquela outra vida mais ampla, mais forte, e mais calma entrar como uma brisa.   

3.   E assim por diante, todos os dias mantendo distancia de todas as inquietudes e de todos os aborrecimentos naturais protegendo-se do vento. No começo, nos somos capazes de faze-lo somente por alguns momentos, mas então o novo tipo de vida estará se propagando por todo o nosso ser porque então estamos deixando Cristo trabalhar em nos no lugar certo.   

4. Trata-se da diferença entre a tinta, que está simplesmente deitada sobre a superfície e uma mancha que a penetra. Quando Cristo disse sede perfeitos, quis dizer isso mesmo. Ele quis dizer que temos que entrar no tratamento completo. Pode ser duro para um ovo transforma-se num pássaro, seria uma visão deveras divertida, e muito mais difícil, tentar voar enquanto ainda se é um ovo.

5. Hoje nos somos com um ovo, mas você não pode se contentar em ser um ovo comum ainda que decente, ou sua casca se rompe ou você apodrece.’  De metáfora ele entende bem, e navega sobre a vaidade, sofrimento e o amor incondicional de Cristo para com os homens, questões estas que tem tudo a ver como uma esquadra precisa fazer: ‘... primeiro, os navios devem saber evitar colisões entre si, é a ética social, e tanto os filósofos modernos como os antigos tratam dela. 

6. Segundo, devem saber manter-se em boas condições e evitar naufrágios, é a ética individual, virtudes e vícios, construção do carácter, ouvimos os nossos filósofos modernos falar pouco disso.

 7. Terceiro, e mais importante de tudo, os navios devem saber por que a esquadra está no mar, qual a sua missão, o seu destino? É a questão do sumo bem, e nenhum filósofo moderno – talvez com a exceção dos existencialistas – parece ter o interesse para essa que é a maior das questões.

8 .E termina magistralmente: ‘... Acho sei porque os filósofos modernos não ousam levantar essa questão fundamental: porque não têm resposta para ela. É um buraco tão imenso que somente a coragem de um existencialista ou a fé de um teísta o preenchem.’ ( C.S.Lewis)

9.   Ah! O sentido da existência algo que   poucos perseguem, e   ao  pensar  no  assunto  nos  sentimos desconfortável a mais não poder. A vida fugaz é fato e até hoje ninguém ficou para a semente, ninguém se eternizou. Aliás  a  vida  passa  como os ventos lá para  as  bandas  do meu sertão iluminado.    Resta-nos a  escolha de vive-la  com  a  consciência  tranquila,  vê-la com olhos de águia, com  o  pulsar da  amizade  senti-la, aquecê-la com  sonhos  de  arco íris, compreende-la sem se deixar levar pelas ondas do momento, percorre-la muitas vezes como lobo solitário!

10. Se você conseguir entender um pouco que seja o seu sentido dê-se por satisfeito, ou você é um santo ou um poeta...

Helder Tadeu Chaia Alvim
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