sexta-feira, 17 de outubro de 2014

a democracia asséptica salvadora

a democracia asséptica salvadora

1. Impressionante a invisibilidade que se instalou em torno do planalto central das res publica bar zileira da precificação. Excelente a eles, a nós alienante, enquanto uns deitam  e rolam literalmente nas verbas e concessões ilícitas notórias com veiculação por extenso na mídia... do lado de cá do muro o povo sem representação e trêfego de rumos se vê envolvido numa 'desação' tremenda.

2. Triste e preocupante o cenário, mas retrata a realidade, aliás colhida nas ruas, na boca do povo simples, cordato e batalhador, que acredita em dias melhores para sua prole, que acredita num brasil altaneiro que teima em diluir suas crises intestinas em sua dimensão continental, que não se deixa quebrar, apesar dos pesares de uma política doméstica  pífia, nula de uma visão bio global sustentável, eivada de assistencialismo.

3. Com uma diplomacia pequena, com a gestão fraca, que jorra à mancheia excelência à eles, aos outros alienante, uns deitando e rolando nas verbas, outros engajados desconversando, poucos enxergando, há quem se finja de desentendido. No fundo não amam a pátria idolatrada, e não querem para ela um horizonte amplo de liberdade e auto determinação.

4. Insone, enrolado, enleado no consumo de bens o brasil dorme sem acreditar mais no sonho real do bem comum maior inerente aos seus + de duzentos milhões de filhos!

5. O poder esboroa em debates inócuos sua fuselagem cor de anil, hoje quase que completamente esmaecida de sua cor original, em suas artérias um mal invisível a acomete, retardando seu crescimento sustentável, devastando seu eco sistema, os anseios de uma jovem nação que deitada não consegue se erguer de sua cama de pregos.

6. Falo e não nego um ar de pessimismo nestas palavras escritas ao amanhecer, e digo mais que a cada pleito eleitoral o país se apequena, ah ah ah ! Parece redesenhar uma nova sesmaria pós moderna, de tentáculos utópicos 'lá de fora' contrários aos interesses nacionais da maioria dos brasileiros, que almejam ir e vir sem grilos, que querem abraçar o irmão na fé, que cultua valores pátrios nossos e não quer ver brasileiro odiando brasileiro, mas quer cantar seu poema em paz.

7. Na verdade nua e crua, e posso falar dado meu nível social mínimo, sô ninguém que ser pobre, todos querem a felicidade de situação ' burguesa' por assim dizer... ah ah ah ! Se não fora assim viaje pelos rincões do brasil e olhe à sua volta as parabólicas, celulares whatzaps e os selfies da comunicação espalhados... nas metrópoles barulhentas, à beira mar, nas serras azuladas de um frescor colonial, nos rios, cidades, campos e rodovias de dimensões continentais, do tamanho de seu sonho latente.

8. Só os políticos não vêem, e quando enxergam aumentam seu patrimônio inúmeras vezes mais, e muitas das vezes de uma forma ilícita desconhecendo que as urnas soberanas os guindaram ao poder para apascentarem nas leis o rebanho a si confiados, e não, mil vezes não para tosquiarem o erário publico em contraposição frontal ao eleitor simples,tonal, erudito, composto, quiçá coletivo.

9. Olvidam as ruas soberanas e a auto determinação do povo brasileiro, velhas utopias ressurgem das brumas da história, o certo vira errado, a corrupção faz escola, dividem as classes com seus discursos, desunem cidadãos, e implantam uma espécie de assistencialismo sem lastro na realidade nacional.

10. O Brasil da brasilidade ainda está por se descobrir. Quando se dará este fenômeno anímico empírico da democracia asséptica salvadora? Quando formos representados de fato e de direito em nossos anseios de unidade pátria indivisível, salvaguardando as tradições, os costumes culturais de cada estado da federação.

11. Quando cessar este arremedo de democracia chorando por um olho só. Quando realmente o governo num todo legislativo, executivo e judiciário independentes mas unidos em torno do bem comum fazerem valer a magna carta da democracia.

12. Então somente então será a era do povo para o povo e felicidade geral da nação brasileira. Ainda não foi e só será quando o saltério de dez cordas cantar em uníssono com 207 milhões de vozes alternadas.

13. Sô moço, meu amigo de nome Inti, que prezo e valorizo seu carácter lhano, de inteligência rara e calor humano imbatível, nós os mais de 207 milhões de brasileiros não carecemos de assistencialismo venal, seu moço, queremos crescer na medida de nosso esforço e talento e sonhamos assistir ao brasil em tudo e por tudo e construir uma nação forte, sustentável, justa, solidária e consequente com sua dimensão continental para ocupar seu lugar no concerto das nações, para fazer vingar o mundo bom das certezas empíricas e para a viabilidade econômica, ética das gerações futuras.

14. Para expurgar na lei e na ordem os vendilhões modernos do templo da republica bar zileira da precificação! E fazer valer a ordem e o progresso da nossa bandeira de tonal imponderável. Afinal somos ou não somos um povo de tez forte, hospitaleiro, de berço cristão e alma de eleição mística? Somos sim in fieri entregues aos cuidados da melhor de todas as mães, da mais virgem e santa de todas as mulheres: Maria de cognome Aparecida, pele negra, compassiva, espelho de justiça e sede de  sabedoria. 

abraços de união!

Helder Tadeu Chaia Alvim







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