quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Na era da emissão zero -" o projeto ZEHST"

1. Sou leitor assíduo do Jornal Diário do Comércio, aliás um cotidiano de primeira linha, sempre plugado nas novidades da ciência, sempre preocupado em informar bem. Conta com um corpo editorial à altura de nosso século e procura no alcance de sua veiculação trazer a última notícia, embasada sempre em informações sérias e   pesquisas bem fundadas. 


2. Não se trata de incensar em demasiado o citado Jornal, nem sou assinante do mesmo, leio de terceira mão, pois chega no escritório, a diretoria lê, depois os suportes financeiros o folheiam e no fim do dia recolho o exemplar , levo para casa e separo os tópicos que interessam a este blog. Foi o caso deste assunto "hipersônico" de hoje que foi publicado em 18,19 e 20/06/2011 na secção Logo pág. 14. ok!


3. A matéria é colossal e traz uma boa notícia que " poderemos viajar em 2020 de "Paris a Tóquio em 150 minutos" não se espantem pois é verdade " ... o avião está sendo desenvolvido em cooperação com o Japão e poderia carregar até cem passageiros." A iniciativa da fabricante Airbus utiliza pesquisa realizada pelo braço espacial da EADS, Austrium, afirma a reportagem. " o Projeto chamado de Zehst, sigla em Inglês para transporte de alta velocidade, com emissão zero, se dá no momento em que companhias como a Virgin tem planos de levar turistas em vôos espaciais." 

4. A alma da gente deve ser hiper sensível a estas notícias boas, uma vez que o destino dela se afunila para o caos generalizado, para o ceticismo enraizado, estes avanços revelarão saídas para a humanidade com classe e desenvoltura, aliada a paz universal, a harmonia das raças, uma era sem fronteiras, sem ódios e outras desgraças anunciadas.

5. A torneira inesgotável deve fluir um líquido sustentável para regar a seiva e enrijecer os braços cansados dos homens, envolvidos em tantas guerras e conflitos, aquecer seu espírito indomável. Por esta razão quando os cientistas se debruçam em prol de soluções e mecanismos abrangentes, devemos estar esperançados que o futuro ainda devolva a solidariedade roubada por séculos de desencontros e ambições desvairadas.

Helder Tadeu Chaia Alvim
Poeta Minimalista
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