segunda-feira, 17 de maio de 2010

Poeta do Caos

1. Sem ter a intenção de me arvorar em poeta do caos, o balanço que projetamos para os dias que correm na velocidade dos ipods, está acendendo a luz vermelha de alerta máximo. A Europa pensa socialista em meio a seus castelos medievais, o que outrora fora a Cristandade de Fé e feitos carolíngeos, unificada busca o parecer do bem estar material.Um estado forte,cuidando de seus nobres interêsses,assistencialista de fato, liberal em tese, de práticas absolutistas, incrível...

2. Por outro lado os fatos gerais comprovam: a crise imobiliária americana, o 11 de setembro, as catastrófes naturais,a dissolulção dos costumes,a pedofilia no seio da Igreja Católica, epidemias como H1N1,violências, corrupções customizadas, a recente bancarrota dos gregos, as placas teutônicas em contínuo movimento, traz uma atmosfera nada boa para as nações, quebrando a confiança, desestimulando os ânimos e a bola de neve quente sempre aumenta com a desfiguração das camadas de ôzonio, as geleiras derretendo, a natureza ferida por mãos inescrupulosas,o perigo atômico que volta à tona com o irredutível Irã traçam um cenário caótico para o futuro do planeta.

3.Do que adianta encontrar água na lua se estamos nus em meio às vitrines badaladas do consumismo, sequer pensamos em aquecer o espírito, desconhecemos as virtudes em meio ao nosso relativismo vazio só temos o ninho acanhado do superlativo, pensando bem já foi bom escrever para espairecer, se a temática fria das crises se avolumam a olhos vistos e as soluções irreais arrastam para as sombras das trevas o diminuto espaço das constatações.

Helder Tadeu Chaia Alvim
Poeta Minimalista
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