segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Sem Título...

1. Hoje conheci Meire, bacharel em Jornalismo pela Unip, estava entrevistando os camaradas Luiz José e Ivonete, inclusive.Na sua tese discorria com desenvoltura, fazia a eles perguntas acertadas, bem elaboradas, ia lavrando tudo em ata moderna, a que nomeio de gravador de conversas, “visse” a importância do proseio.

2. Ela é um talento raro, sabe bem seu arrazoado e merece esta trova deveras, que passo a elaborar à moda de cantador confesso, que vive arranhando seu repente com alegria no coração. Vim de muito longe,de onde o vento faz a curva, andei muito chão, deixei minha gente amada e calma com o propósito ou missão de espalhar sem pressa neste solo hospitaleiro e culto, versos e mais versos de montão.

3. E a Meire estava lá no Café Floresta, ora essa !!! Eximia no trato de olhar compenetrado, enfocando tema acertado, pelo Luiz muito bem ilustrado que promete exatidão.

4. Do pouco que a conheço, já a admiro com apreço e vejo que tem caráter alegre e convívio leve, qualidades herdadas de seus pais – da Dolce Itália – pois a vida é bella, já Fellini o dissera.

5. Declamar estas loas acanhadas traz consigo uma razão, pois se ditadas pela inspiração, espalham versos em homenagem a uma nova amiga, que na escrita tem muita vida e na amizade sincera revela um elo de emoção, Judite e Renata também fazem parte segundo revela o amigo Luiz com forte admiração.

6. Que San Gennaro me valha, assim pretendo passar adiante, não sem antes citar a sua preocupação intensa com o semelhante.

 7. Feitas as apresentações, talhadas as impressões, hoje a encontramos debruçada com grande empenho, conjeturando a historia, auscultando de Luiz e Ivonete, a memória, explanando no papel o registro impressionante, também tocante de suas lutas, percalços, passado e glória presente.

8. Aliás, de passagem eu digo, declaro em verdade e não minto, o Luiz e a Ivonete são vencedores, vierem ao embalo do vento norte e nesta Capital semearam, batalharam de sol a sol em demanda da melhor sorte, enfrentaram inúmeros dissabores, sorveram juntos o cálice da dor e firmaram na Augusta Paulistana seus nobres valores.

9. Sinto-me feliz em poder constatar o empenho da jornalista Meire em relatar os fatos vividos, nas entrelinhas escritos, elaborados com carinho acerca destes dois valorosos amigos, que são penhores e lição de luta na grande e simpática Urbe, senhores. 10. Ao encerrar este refrão, as luzes da ribalta me sinalizam sem cessar de antemão já dá para imaginar... Felicidades a mancheias a cara jornalista Meire e que sua tese “in fieri” esplendida e genial:

a)Alcance os objetivos, com louvor, prognosticados. b)Produza frutos opimos para a posteridade.c)Alavanque na São Paulo solidária, revelando aos leitores laureados e demais interessados o quanto estas jóias preciosas, Luiz e Ivonete deram esplendidamente conta do seu recado.

11. Assim sendo deposito estas singelas palavras de improviso nas mãos de Meire com um caloroso abraço deste quase poeta seu novo amigo, que ousa as rimas e os versos, que pretende vender seu peixe não nas tendas de celebres xeiques, mas no recôndito mil vezes suave de sua atenção.O bicho da seda tece a teia e aguarda a provisão, o poeta arranha a tecla, expõe idéias condicionadas na inspiração.Obrigado Meire cara amiga pela oportunidade única de plasmar idéias, concatenar fatos baseados na sua intenção. Assim a gente vai vivendo com um pé em Sampa e outro lá no nosso sertão iluminado!

12. Ao concluir a partitura, uma lembrança de ternura à São Paulo, Cidade entre todas acolhedora, de prerrogativas imorredouras. Mãe, tu me adotaste qual filho e me ensinaste desde o inicio que a perfeita harmonia está na diversidade e que apesar dos dissabores, do sacrifício – vence aquele que persiste e nunca desiste de sonhar.

Helder Chaia Alvim
SP 02/04/07

P. S: Meire, vai sem titulo sua poesia?Ou melhor dizendo, não! Qual a sua opinião: a) P a u t a s P a u t a d a s b) P a u s a s P a u s a d a s c) V i d a s V i v i d a s de Luiz e Ivonete no olhar de Meire d) (x) As três alternativas juntas.
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