sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Um Santo Brasileiro

1. A memória de Frei Galvão atravessou séculos, imponente, simples, clarividente. O fenômeno de santidade hoje se revela nesta cidade atraindo fiéis de toda parte. Sua presença é atual, necessária, premente num mundo descrente.

2. No silêncio do claustro abençoado, heroínas da abnegação, suas filhas e monjas consagradas seguem de perto os passos do seu fundador, paladinas das rogações, amparo de nossas petições, lá no acolhedor Convento da Luz.

3. O bem sempre vence o mal, santo canonizado, continuará a estender o seu olhar compenetrado por todo o orbe, à partir da Catédra de Pedro, o outro Cristo na terra, Ele homologou a vontade divina, em visita recente ao Brasil de Frei de Santana Galvão, e a sina bendita continuará a expargir santidade e bondade em todo lugar.

4. Feliz de uma nação que tem proteção, em atenção à sua vida ilibada, Cristo, Senhor dos tempos continuará em ritmo atento pela mãos de sua Mãe Santa a difundir muitos favores.

5. Que alegria e júbilo incomuns pairam em terras brasileiras, máxime em São Paulo altaneira, pois aqui viveu Frei Galvão, impar na santidade, homem santo de dons incomensuráveis,elevado para nossa grandeza à honra dos altares.

6. Hoje é seu dia, não esqueçamos de pedir-lhe proteção para o Brasil de tantos percalços e contradição, que se afastou da luz divina e atraiu para si as injurias de uma política corrupta.

7. Que ele volte a trilhar o caminho certo, aquele que Galvão inseriu no planalto de Piratininga ao seguir de perto as pegadas do Deus Crucificado por amor aos homens, justificado perante ao Pai.

8. O tempo vai mostrar a alegria do retorno da nação brasileira às sendas do bem, para a felicidade de um porvir que o santo Frei escreveu na clarividência dos seus milagres, bilocações e levitações.

9. Ao 'conselheiro de fama, pacificador das almas e das famílias, dispensador da caridade...', no dizer de Bento XVI, volvamos nossos olhares e tudo se arranjará... Viva santo Antonio de Sant'ana Galvão hoje e sempre.

Poesias Arcanas, verso 19-cap.4
Helder Tadeu Chaia Alvim
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